Bruno
Bruno Alves de Freitas · nasceu em 1987
Bruno se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.
Sempre pelo PSDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 29 anos, ensino médio, servidor público municipal, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Bruno declarou R$ 333,1 mil em bens, em reais de hoje: 11 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2012 e 2016, o total caiu R$ 83,3 mil, já descontada a inflação.
Declarou 11 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- BrunoR$ 333,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 5 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Uma casa residêncial sito a rua antonio abraão saadR$ 113,7 milCasa
- Sitio localizado no bairro taquaril com área de 2R$ 113,7 milTerra nua
- Meio terreno na rua abdala salomãoR$ 48,7 milTerreno
- Meio terrenoR$ 40,6 milTerreno
- Um veiculo uno fire flex ano 2008R$ 16,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Bruno declarou ao TSE R$ 7,5 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 3,9 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Claraval (MG) · PSDB · eleito
De onde veio
- Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 2.06157%
- Próprio bolsoR$ 1.55843%
Para onde foi
- Outros2 pessoas, não nomeadasR$ 40511,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Claraval (MG), 2016
Bruno: R$ 13,7 por voto (mediana da disputa, R$ 33,2). O voto mais caro custou R$ 83,9; o mais barato, R$ 13,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Geriel Da Patrol PSDBR$ 3,5 mil · 42 votosR$ 83,9
- Paulo Escardado PLR$ 6 mil · 115 votosR$ 51,9
- Dé PSDBR$ 3,5 mil · 74 votosR$ 47,4
- Cesar PSDBR$ 5 mil · 126 votosR$ 39,4
- Mônica Professora PHSR$ 4 mil · 107 votosR$ 37,7
- Ana Márcia SOLIDARIEDADER$ 3,1 mil · 85 votosR$ 36,7
- Onofrinho PSDBR$ 4,3 mil · 131 votosR$ 33,2
- Carioca DEMR$ 3,6 mil · 142 votosR$ 25,6
- Tiãozinho Do Bar AVANTER$ 3,5 mil · 170 votosR$ 20,3
- Lucélia MDBR$ 4,2 mil · 207 votosR$ 20,1
- Wender Moninha AVANTER$ 3,3 mil · 173 votosR$ 19,1
- Bruno PSDBR$ 3,6 mil · 265 votosR$ 13,7
Votos por real
- 2016, vereador: 73 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 25 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.