Bruno
Bruno Ferrarese · nasceu em 1945
Bruno se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: MDB (2004), DEM (2008).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2008, chapa não eleita.
Declarou ao TSE em 2008: 63 anos, ensino médio, corretor de imóveis, seguros, títulos e valores. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008Vice-prefeito · Porecatu (PR)DEM 17· direitaNa chapa de Dario Lunardellichapa não eleita2.197 votos da chapa, 24,7%
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Bruno declarou ao TSE R$ 42 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Porecatu (PR) · MDB · não eleito
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: prefeito, Porecatu (PR), 2004
Bruno Ferrarese: R$ 52,9 por voto (mediana da disputa, R$ 52,9). O voto mais caro custou R$ 171; o mais barato, R$ 43,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. contorno claro: Bruno Ferrarese. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Engenheiro Fábio PVR$ 22 mil · 129 votosR$ 171
- Bruno Ferrarese MDBR$ 42 mil · 788 votosR$ 52,9
- Walter Tenan PSBR$ 126 mil · 2.930 votosR$ 43,1
Votos por real
- 2004, prefeito: 19 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.