Brito Boson
Sebastião de Brito Martins · nasceu em 1941
Brito Boson se candidatou em 4 eleições, de 2002 a 2012, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 4 partidos: PSD (2002), PTB (2004), PRP (2008), CIDADANIA (2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 71 anos, ensino médio, servidor público civil aposentado. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
- 2002
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Brito Boson teve 2.092 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 82º lugar entre 184 candidatos.
Recebeu votos em 62 cidades. Teresina deu 85,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 94,9%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Brito Boson declarou R$ 482,1 mil em bens, em reais de hoje: 18 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Piauí. Entre 2008 e 2012, o total subiu R$ 266,4 mil acima da inflação.
Declarou 18 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Piauí em 2012.
- Brito BosonR$ 482,1 mil
- Mediana dos candidatosR$ 26,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 73,4 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Brito Boson declarou ao TSE R$ 88 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 34 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Teresina (PI) · CIDADANIA · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 31,4 mil92,5%
- PartidoR$ 2.1666,4%
- Outros candidatosR$ 3901,1%
Para onde foi
- TransporteR$ 11,9 mil36,4%
- ServiçosR$ 10,8 mil33,1%
- Material impressoR$ 7.72023,6%
- EventosR$ 1.8855,8%
- Rádio, TV e vídeoR$ 3901,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Teresina (PI), 2012
Mediana da disputa: R$ 75,5 por voto. Quem venceu, Carlos Filho, gastou R$ 43,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 124; o mais barato, R$ 43,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Rosário Bezerra PTR$ 475 mil · 3.829 votosR$ 124
- Queiroz Do Judô PTBR$ 347 mil · 2.832 votosR$ 123
- Dudu PTR$ 482 mil · 4.154 votosR$ 116
- Decio Solano PTR$ 303 mil · 2.821 votosR$ 108
- Urbano Eulálio PSDBR$ 343 mil · 3.377 votosR$ 102
- Delegado Samuel MDBR$ 346 mil · 4.235 votosR$ 81,8
- Sebim PSDBR$ 342 mil · 4.534 votosR$ 75,5
- Luiz Lobão MDBR$ 330 mil · 4.910 votosR$ 67,2
- Rodrigo Martins PSBR$ 357 mil · 7.408 votosR$ 48,2
- Dr. Pessoa PSDR$ 433 mil · 9.293 votosR$ 46,6
- Major Paulo Roberto PSDR$ 344 mil · 7.392 votosR$ 46,5
- Carlos Filho PTBR$ 316 mil · 7.228 votosR$ 43,7
Votos por real
- 2012, vereador: 26 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2008, vereador: 34 votos por R$ 1.000, 89% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 98 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2002, deputado estadual: 176 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.