Branquim
Edmar Goncalves da Rocha · nasceu em 1965
Branquim se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PP (2004), AVANTE (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 50 anos, até o fundamental, trabalhador rural, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Branquim declarou R$ 24,4 mil em bens, em reais de hoje.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- BranquimR$ 24,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Branquim declarou ao TSE R$ 18 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para vereador: R$ 12 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Monte Azul (MG) · AVANTE · suplente
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 4.22636%
- TransporteR$ 3.28928%
- PessoalR$ 2.26719,3%
- ServiçosR$ 1.61913,8%
- Rádio, TV e vídeoR$ 3242,8%
Quanto custou cada voto: vereador, Monte Azul (MG), 2016
Branquim: R$ 37,7 por voto (mediana da disputa, R$ 18,4). Quem venceu, Marcilio Soares, gastou R$ 9,35 por voto. O voto mais caro custou R$ 37,7; o mais barato, R$ 9,35.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Branquim. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Branquim AVANTER$ 12 mil · 311 votosR$ 37,7
- Fabio Do Supermercado AVANTER$ 8,8 mil · 324 votosR$ 27
- Luciene De Djalma DEMR$ 15 mil · 626 votosR$ 24,4
- Diassis PTBR$ 10 mil · 502 votosR$ 20,2
- Binha Da Canabrava PTR$ 8,7 mil · 439 votosR$ 19,8
- Ladim PTR$ 14 mil · 694 votosR$ 19,6
- Fabricio Do Riachinho MDBR$ 9,2 mil · 500 votosR$ 18,4
- Jonas MDBR$ 8,8 mil · 504 votosR$ 17,5
- Silvio Araujo PTBR$ 11 mil · 639 votosR$ 16,9
- Alex Do Hospital PTBR$ 12 mil · 769 votosR$ 15,3
- Vila De Cana Brava MDBR$ 8,5 mil · 675 votosR$ 12,6
- Marcilio Soares MDBR$ 8,8 mil · 944 votosR$ 9,35
Votos por real
- 2016, vereador: 27 votos por R$ 1.000, 60% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 44 votos por R$ 1.000, 46% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.