Bolor
Luciano de Oliveira Farias · nasceu em 1975
Bolor se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 3.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008 e 2012.
Passou por 3 partidos: PSDB (2004), PV (2008), PSD (2012–2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 41 anos, superior completo, empresário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Bolor declarou R$ 649,8 mil em bens, em reais de hoje: 28 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 436,6 mil acima da inflação.
Declarou 28 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.
- BolorR$ 649,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 6 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- 1 Casa sito a rua heloisa ideka kobaR$ 528 milCasa
- 1 Automovel marca fiat modelo strada 1.4 flexR$ 47,9 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- 1 Camionete gm/montana sport ano 2010/2010R$ 40,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- DinheiroR$ 16,2 milDinheiro em espécie
- 1 Automovel fiat palio edx 1997/1998 cor vermelhaR$ 13 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Titular de empresa individual denominada: luciano de…R$ 3.979Outras aplicações
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Bolor declarou ao TSE R$ 314 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 138 mil.
Campanha a campanha
2016 · Vereador · Itapevi (SP) · PSD · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 105,3 mil83%
- Próprio bolsoR$ 20,6 mil16,2%
- Outros candidatosR$ 1.0690,8%
Para onde foi
- PessoalR$ 58 mil45,7%
- TransporteR$ 33,9 mil26,7%
- Material impressoR$ 26,4 mil20,8%
- EscritórioR$ 3.6042,8%
- OutrosR$ 2.2511,8%
- ServiçosR$ 3240,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Itapevi (SP), 2016
Bolor: R$ 94,9 por voto (mediana da disputa, R$ 55,7). Quem venceu, Chambinho, gastou R$ 24,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 108; o mais barato, R$ 24,4.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Bolor. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Luiz Carlos PSDBR$ 79 mil · 734 votosR$ 108
- Bolor PSDR$ 127 mil · 1.338 votosR$ 94,9
- Aparecido PODER$ 82 mil · 1.119 votosR$ 73,4
- Prof. Camila Godoi PSBR$ 149 mil · 2.273 votosR$ 65,5
- Casão PTBR$ 102 mil · 1.745 votosR$ 58,4
- Silas Pinheiro PTBR$ 83 mil · 1.460 votosR$ 56,9
- Geni Martins PODER$ 56 mil · 1.000 votosR$ 55,7
- Prof. Paulinho PVR$ 119 mil · 2.191 votosR$ 54,5
- Bruxão Do Taxi PLR$ 101 mil · 2.259 votosR$ 44,7
- Akdenis PSDR$ 105 mil · 2.640 votosR$ 39,8
- Professor Rafael PODER$ 68 mil · 1.932 votosR$ 35,3
- Chambinho PLR$ 50 mil · 2.055 votosR$ 24,4
Votos por real
- 2016, vereador: 11 votos por R$ 1.000, 18% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 18 votos por R$ 1.000, 55% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 51 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 139 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.