Bispo Ricardo
Ricardo Schettini Knupp · nasceu em 1964
Bispo Ricardo se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2012, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: AGIR (2004), PSC (2008), PDT (2012).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 48 anos, superior completo, sacerdote ou membro de ordem ou seita religiosa. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Bispo Ricardo declarou R$ 328,7 mil em bens, em reais de hoje: 25 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2008 e 2012, o total caiu R$ 129,7 mil, já descontada a inflação.
Declarou 25 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2012.
- Bispo RicardoR$ 328,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 13,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 107,4 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Bispo Ricardo declarou ao TSE R$ 36 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 27 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Luís Eduardo Magalhães (BA) · PDT · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 5.10397,1%
- Outros candidatosR$ 1522,9%
Para onde foi
- Material impressoR$ 3.80272,4%
- TransporteR$ 1.44927,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Luís Eduardo Magalhães (BA), 2012
Mediana da disputa: R$ 83,1 por voto. Quem venceu, Sidnei, gastou R$ 27,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 239; o mais barato, R$ 27,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 2 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Candido Trilha PODER$ 90 mil · 378 votosR$ 239
- Prof. Nestor REPUBLICANOSR$ 24 mil · 151 votosR$ 156
- Jarbas PHSR$ 62 mil · 455 votosR$ 137
- Eudes Da Contabilidade PSCR$ 23 mil · 177 votosR$ 132
- Cleide Bosa PSDR$ 33 mil · 335 votosR$ 97,4
- Edivan Do Tributos PSBR$ 26 mil · 310 votosR$ 83,1
- Cabo Carlos MDBR$ 75 mil · 907 votosR$ 82,6
- Ondumar Maraba PSCR$ 52 mil · 922 votosR$ 56,7
- Alaidio PSDR$ 26 mil · 494 votosR$ 53,5
- Sidnei PPR$ 35 mil · 1.246 votosR$ 27,8
Votos por real
- 2012, vereador: 77 votos por R$ 1.000, 2,9 vezes a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 16 votos por R$ 1.000, 53% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 82 votos por R$ 1.000, 2,7 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.