Bira do Sindicato
Antonio Ubirajara Santos Souza · nasceu em 1967
Bira do Sindicato se candidatou em 3 eleições, de 2006 a 2012, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2012, suplente.
Declarou ao TSE em 2012: 45 anos, superior incompleto, trabalhador de construção civil. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2012
- 2008
- 2006Deputado estadual · BahiaPT 13467· centro-esquerdasuplente6.614 votos; 175º mais votado de 550 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Bira do Sindicato teve 6.614 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 175º lugar entre 550 candidatos.
Recebeu votos em 140 cidades. Camaçari deu 31,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 89,9%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Bira do Sindicato declarou R$ 308,3 mil em bens, em reais de hoje: 23 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2006 e 2012, o total subiu R$ 272,9 mil acima da inflação.
Declarou 23 vezes a mediana dos candidatos a vereador na Bahia em 2012.
- Bira do SindicatoR$ 308,3 mil
- Mediana dos candidatosR$ 13,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 107,4 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Bira do Sindicato declarou ao TSE R$ 360 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 128 mil.
Campanha a campanha
2012 · Vereador · Camaçari (BA) · PT · suplente
De onde veio
- EmpresasR$ 92,1 mil74,9%
- PessoasR$ 18,4 mil15%
- Outros candidatosR$ 7.1915,9%
- Próprio bolsoR$ 5.2424,3%
Para onde foi
- Material impressoR$ 77,8 mil63,3%
- OutrosR$ 19,9 mil16,2%
- TransporteR$ 12,9 mil10,5%
- PessoalR$ 7.8676,4%
- EscritórioR$ 4.3803,6%
Quanto custou cada voto: vereador, Camaçari (BA), 2012
Bira Do Sindicato: R$ 146 por voto (mediana da disputa, R$ 96,4). Quem venceu, Dr. Elias Natan, gastou R$ 52,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 254; o mais barato, R$ 52,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Bira Do Sindicato. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Dilson Magalhães PSCR$ 497 mil · 1.957 votosR$ 254
- Otaviano Maia PTR$ 266 mil · 1.587 votosR$ 167
- Bira Do Sindicato PTR$ 123 mil · 839 votosR$ 146
- Paulinho Do Som PTR$ 218 mil · 1.574 votosR$ 139
- Junior Borges DEMR$ 183 mil · 1.387 votosR$ 132
- Teo Ribeiro PTR$ 209 mil · 2.017 votosR$ 103
- Marcelino PTR$ 198 mil · 2.055 votosR$ 96,4
- Gilvan PTR$ 145 mil · 1.615 votosR$ 90
- Professora Patricia PTR$ 139 mil · 1.634 votosR$ 85
- Elinaldo DEMR$ 413 mil · 5.545 votosR$ 74,5
- Oziel PTR$ 140 mil · 2.090 votosR$ 67,1
- Dr. Elias Natan PVR$ 110 mil · 2.079 votosR$ 52,7
Votos por real
- 2012, vereador: 6,8 votos por R$ 1.000, 29% da mediana da disputa.
- 2008, vereador: 8,2 votos por R$ 1.000, 43% da mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 60 votos por R$ 1.000, 44% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.