Bira de Gringo
Ubirajara Dias Rabelo Andrade · nasceu em 1974
Bira de Gringo se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 2.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.
Passou por 3 partidos: PODE (2004), MDB (2008), PT (2012), MDB (2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2016, chapa não eleita.
Declarou ao TSE em 2016: 42 anos, superior completo, advogado, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016Vice-prefeito · Paripiranga (BA)MDB 45· centro-direitaNa chapa de Dr. Patrickchapa não eleita4.751 votos da chapa, 27,2%
- 2012Vice-prefeito · Paripiranga (BA)PT 13· centro-esquerdaNa chapa de Dr. Zé Carloschapa não eleita8.047 votos da chapa, 47,0%
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Bira de Gringo declarou R$ 211,9 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 131 mil acima da inflação.
Os 4 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Automovel chevrolet nova S-10 lt FD2 2014/2015R$ 136,3 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Imovel residencial localizado no povoado lagoa pretaR$ 65 milCasa
- Automovel parati ano 1994R$ 9.748Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Conta corrente 1173-8 na ag 1107-X banco do brasilR$ 812Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Bira de Gringo declarou ao TSE R$ 30 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 18 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Paripiranga (BA) · MDB · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 6.15852,5%
- Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 5.56947,5%
Para onde foi
- Outros2 pessoas, não nomeadasR$ 6.90858,9%
- TransporteTudo de Comercial Bomfim Correa Ltda MeR$ 3.45429,5%
- Rádio, TV e vídeo1 pessoas, não nomeadasR$ 7506,4%
- Material impressoR$ 5354,6%
- EscritórioR$ 800,7%
Quanto custou cada voto: vereador, Paripiranga (BA), 2008
Bira De Gringo: R$ 15,7 por voto (mediana da disputa, R$ 11,1). Quem venceu, Paulo De Nezinho, gastou R$ 4,48 por voto. O voto mais caro custou R$ 32,5; o mais barato, R$ 4,48.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Bira De Gringo. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Márcia Verônica PDTR$ 6,5 mil · 200 votosR$ 32,5
- Luciano PDTR$ 4,3 mil · 161 votosR$ 26,4
- Professor Augusto PDTR$ 3,1 mil · 125 votosR$ 24,5
- Dedê CIDADANIAR$ 3,5 mil · 176 votosR$ 20
- Wildon Do Sindicato PC do BR$ 5,9 mil · 304 votosR$ 19,4
- Bira De Gringo MDBR$ 12 mil · 746 votosR$ 15,7
- Wilson Do Pt PTR$ 6,1 mil · 546 votosR$ 11,1
- Jeronimo De Bricio PPR$ 8 mil · 936 votosR$ 8,58
- Toinho De Virgílio MDBR$ 5,4 mil · 675 votosR$ 8,07
- Antonio Peba DEMR$ 5,1 mil · 647 votosR$ 7,83
- Givaldo Cardoso PSDBR$ 6 mil · 897 votosR$ 6,69
- Paulo De Nezinho DEMR$ 3,3 mil · 735 votosR$ 4,48
Votos por real
- 2008, vereador: 64 votos por R$ 1.000, 76% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 48 votos por R$ 1.000, 92% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.