Apuração
Vereador · 2024 · MDB

Biguri

Julio Cesar Goncalves · nasceu em 1981

Biguri se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2024, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMDB+0,29← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2008MDB2020MDB2024MDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Os votos de 2020 foram anulados depois pela Justiça Eleitoral e não contam no resultado oficial de hoje.

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.

Sempre pelo MDB.

VereadorPartidoMDB’08’10’12’14’16’18’20’22’24
eleitosuplente ou vicenão eleitovotos anulados
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.

Declarou ao TSE em 2024: 42 anos, ensino médio, servidor público municipal, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2024
    Vereador · Colina (SP)
    MDB 15999· centro-direita
    suplente360 votos
  2. 2020
    Vereador · Colina (SP)
    MDB 15999· centro-direita· na urna, Biguri do Foto
    votos anulados pela Justiça Eleitoral
  3. 2008
    Vereador · Colina (SP)
    MDB 15999· centro
    eleito431 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2024, Biguri declarou R$ 2.541 em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2024, o total subiu R$ 1.775 acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 2.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 2.541
em bens declarados em 2024, em reais de setembro de 2026 (R$ 2.300 na declaração)

Declarou 12% da mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2024.

  • BiguriR$ 2.541
  • Mediana dos candidatosR$ 22,1 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 107,2 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 2.541. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Biguri declarou ao TSE R$ 25 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 12 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2024 · Vereador · Colina (SP) · MDB · suplente

De onde veio

R$ 7.912
69% veio de fundos públicos; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 7.912.
  1. Fundo eleitoralR$ 5.46869,1%
  2. Próprio bolsoR$ 1.94724,6%
  3. PessoasR$ 4976,3%

Para onde foi

R$ 7.912
O maior gasto foi com material impresso: 49% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 7.912.
  1. Material impressoR$ 3.90849,4%
  2. ServiçosR$ 2.77835,1%
  3. PessoalR$ 6788,6%
  4. OutrosR$ 5476,9%

Quanto custou cada voto: vereador, Colina (SP), 2024

Biguri: R$ 22 por voto (mediana da disputa, R$ 23,7). Quem venceu, Tiago Da Noeli, gastou R$ 11,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 101; o mais barato, R$ 11,7.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Biguri. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Franciele Rezende REPUBLICANOSR$ 7,7 mil · 77 votosR$ 101
  • Josue Jeronimo MDBR$ 6,7 mil · 71 votosR$ 94,9
  • Naiara Lima MDBR$ 6,2 mil · 86 votosR$ 72,6
  • Ailton Camargo PLR$ 4,4 mil · 104 votosR$ 41,8
  • Danilo Tavares MDBR$ 3,3 mil · 101 votosR$ 32,3
  • Marcela Dietrich UNIÃOR$ 3,3 mil · 128 votosR$ 25,8
  • João Amadeu REPUBLICANOSR$ 7,5 mil · 315 votosR$ 23,7
  • Fátima Piai Ramadan PSBR$ 9 mil · 392 votosR$ 22,9
  • Biguri MDBR$ 7,9 mil · 360 votosR$ 22
  • Gustavo Montanha MDBR$ 9 mil · 424 votosR$ 21,1
  • Lena Verdureira REPUBLICANOSR$ 3,4 mil · 182 votosR$ 18,4
  • Tiago Da Noeli UNIÃOR$ 5,2 mil · 442 votosR$ 11,7

Votos por real

  • 2024, vereador: 46 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 37 votos por R$ 1.000, 1,8 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.