Biguá
Antonio Carlos de Lima · nasceu em 1983
Biguá se candidatou em 3 eleições, de 2016 a 2024, e foi eleito em 2.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2020 e 2024.
Passou por 2 partidos: MDB (2016–2020), PRD (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, eleito.
Declarou ao TSE em 2024: 41 anos, ensino médio, motorista de veículos de transporte coletivo de passageiros, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Biguá declarou R$ 26,6 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2016 e 2024, o total subiu R$ 16,9 mil acima da inflação.
Declarou perto da mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2024.
- BiguáR$ 26,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 26,6 mil
- Mediana dos eleitosR$ 104,9 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Os 5 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- Automovel de passeioR$ 14,9 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Moto hondaR$ 6.628Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Moto yamahaR$ 4.419Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Dinheiro em especieR$ 423Dinheiro em espécie
- CcontaR$ 221Dinheiro em espécie
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Biguá declarou ao TSE R$ 13 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2024, para vereador: R$ 11 mil, 98% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Andradas (MG) · PRD · eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralTudo de Partido Renovacao Democratica Belo Horizonte Mg MunicipalR$ 10,9 mil98,3%
- Próprio bolsoR$ 1941,7%
Para onde foi
- Pessoal2 pessoas, não nomeadasR$ 4.37546,6%
- EventosTudo de A.M. E Silva ComunicacaoR$ 1.95820,8%
- Rádio, TV e vídeoTudo de A.M. E Silva ComunicacaoR$ 1.26413,5%
- Material impressoR$ 1.11611,9%
- InternetR$ 6857,3%
Quanto custou cada voto: vereador, Andradas (MG), 2024
Biguá: R$ 15,1 por voto (mediana da disputa, R$ 41). Quem venceu, Reginho Basso, gastou R$ 2,77 por voto. O voto mais caro custou R$ 2.732; o mais barato, R$ 2,77.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Biguá. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Malu PC do BR$ 16 mil · 6 votosR$ 2.732
- Dani Souza PPR$ 3,2 mil · 15 votosR$ 216
- Valeria Paulino UNIÃOR$ 4,8 mil · 30 votosR$ 160
- Kelly Soares UNIÃOR$ 4,3 mil · 28 votosR$ 153
- Gm Roberta PPR$ 14 mil · 180 votosR$ 78,3
- Eliana Da Van UNIÃOR$ 4,2 mil · 93 votosR$ 45,2
- Kelly Stopa Da Roseira UNIÃOR$ 4,8 mil · 117 votosR$ 41
- Evandro Felisberto PC do BR$ 18 mil · 584 votosR$ 30,6
- Biguá PRDR$ 9,4 mil · 623 votosR$ 15,1
- Luizinho Cabeleireiro PSDR$ 3,9 mil · 361 votosR$ 10,9
- Dr. Gustavo UNIÃOR$ 3,6 mil · 581 votosR$ 6,20
- Reginho Basso REPUBLICANOSR$ 7,3 mil · 2.648 votosR$ 2,77
Votos por real
- 2024, vereador: 66 votos por R$ 1.000, 71% da mediana da disputa.
- 2020, vereador: 575 votos por R$ 1.000, 4,7 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 225 votos por R$ 1.000, 3,5 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.