Apuração
Deputado estadual · 2010 · CIDADANIA

Bicalho

Claudio Cézar Bicalho · nasceu em 1961

Bicalho se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2010, e foi eleito em 1.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoCIDADANIA+0,04← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PSDB2006CIDADANIA2008CIDADANIA2010CIDADANIA← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.

Passou por 2 partidos: PSDB (2004), CIDADANIA (2006–2010).

Dep. estadualVereadorPartidoPSDBCIDADANIA2004200620082010
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2010, suplente.

Declarou ao TSE em 2010: 49 anos, ensino médio, comerciante. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2010
    Deputado estadual · Pará
    CIDADANIA 23023· centro
    suplente592 votos; 303º mais votado de 460 no estado
  2. 2008
    Vereador · Paragominas (PA)
    CIDADANIA 23456· centro· na urna, Claudio Bicalho
    suplente
  3. 2006
    Deputado estadual · Pará
    CIDADANIA 23333· centro· na urna, Claudio Bicalho
    suplente2.076 votos; 193º mais votado de 415 no estado
  4. 2004
    Vereador · Paragominas (PA)
    PSDB 45678· centro-direita· na urna, Claudio Bicalho
    eleito1.213 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Bicalho teve 592 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 303º lugar entre 460 candidatos.

Recebeu votos em 30 cidades. Paragominas deu 62,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 96,3%.

592 votos
votos para deputado estadual em 2010
Cada quadrado é 1% de 592 votos.
  1. Paragominas (PA)369 votos62,3%
  2. Belém (PA)58 votos9,8%
  3. Capanema (PA)40 votos6,8%
  4. Mãe do Rio (PA)16 votos2,7%
  5. Ipixuna do Pará (PA)15 votos2,5%
  6. Outras 15 cidades22 votos3,7%
As outras 1 eleições para deputado
2.076 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 2.076 votos.
  1. Paragominas (PA)1.277 votos61,5%
  2. Belém (PA)262 votos12,6%
  3. Capanema (PA)69 votos3,3%
  4. Ipixuna do Pará (PA)42 votos2%
  5. Ananindeua (PA)41 votos2%
  6. Outras 50 cidades139 votos6,7%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2010, Bicalho declarou R$ 74,8 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2010, o total caiu R$ 356,4 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 20 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 74,8 mil
em bens declarados em 2010, em reais de setembro de 2026 (R$ 30.248 na declaração)

Declarou perto da mediana dos candidatos a deputado estadual no Pará em 2010.

  • BicalhoR$ 74,8 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 108,7 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 1,5 mi

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 74,8 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Em 4 campanhas com contas prestadas, Bicalho declarou ao TSE R$ 316 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 100 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 2,5 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2010 · Deputado estadual · Pará · CIDADANIA · suplente

De onde veio

R$ 51,3 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 12 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 51,3 mil.
  1. Pessoas12 pessoas, não nomeadasR$ 29,3 mil57%
  2. PartidoTudo de Comitê Financeiro ÚnicoR$ 9.41218,3%
  3. Outros candidatosTudo de Arnaldo JordyR$ 5.48810,7%
  4. EmpresasTudo de Auto Posto Pioneiro LtdaR$ 4.8879,5%
  5. Próprio bolsoR$ 2.2974,5%

Para onde foi

R$ 51,3 mil
O maior gasto foi com outros: 66% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 51,3 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal39 pessoas, não nomeadasR$ 10,2 mil19,8%
  2. Rádio, TV e vídeoR$ 1.2222,4%
  3. TransporteR$ 980,2%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Pará, 2010

Mediana da disputa: R$ 29,3 por voto. Quem venceu, Bordalo, gastou R$ 13,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 176; o mais barato, R$ 13,7.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2010, deputado estadual: 12 votos por R$ 1.000, 20% da mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 5,5 votos por R$ 1.000, 17% da mediana da disputa.
  • 2006, deputado estadual: 24 votos por R$ 1.000, 22% da mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 15 votos por R$ 1.000, 44% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.