Apuração
Vereadora · 2020 · REPUBLICANOS

Bianca Amaral

Bianca Nunes Guimaraes Amaral · nasceu em 1977

Bianca Amaral disputou uma eleição, em 2020, para vereadora (Pontes e Lacerda (MT)), pelo REPUBLICANOS: suplente.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoREPUBLICANOS+0,61← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

VereadoraPartidoREPUBLICANOS2020
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2020, suplente.

Declarou ao TSE em 2020: 42 anos, superior completo, empresário, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    REPUBLICANOS 10444· direita
    suplente555 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Bianca Amaral declarou R$ 114,9 mil em bens, em reais de hoje: 2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso.

R$ 114,9 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 80.000 na declaração)

Declarou 2 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso em 2020.

  • Bianca AmaralR$ 114,9 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 58,9 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 208,3 mil

Cada quadrado, R$ 10 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 114,9 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2020, Bianca Amaral declarou ao TSE R$ 12 mil em receitas, em reais de hoje, 14% de dinheiro público.

2020 · Vereadora · Pontes e Lacerda (MT) · REPUBLICANOS · suplente

De onde veio

R$ 12,1 mil
14% veio de fundos públicos; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 12,1 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 6.65154,9%
  2. PessoasR$ 3.82131,6%
  3. Outros candidatosR$ 1.63513,5%

Para onde foi

R$ 6.520
O maior gasto foi com material impresso: 41% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 6.520.
  1. Material impressoR$ 2.65840,8%
  2. InternetR$ 2.26434,7%
  3. Rádio, TV e vídeoR$ 70810,9%
  4. EscritórioR$ 67810,4%
  5. TransporteR$ 2123,3%

Quanto custou cada voto: vereadora, Pontes e Lacerda (MT), 2020

Mediana da disputa: R$ 42,6 por voto. Quem venceu, Cleber Sella, gastou R$ 11,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 128; o mais barato, R$ 11,2.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Maxsuel Guimaraes DEMR$ 34 mil · 262 votosR$ 128
  • Solaris Da Pax Vobis SOLIDARIEDADER$ 14 mil · 134 votosR$ 104
  • Professora Maria De Jesus PTR$ 8,4 mil · 87 votosR$ 96,9
  • Pedro Da Pecuária DEMR$ 24 mil · 301 votosR$ 79
  • Kirrarinha DEMR$ 30 mil · 391 votosR$ 77,6
  • Kairo Polo SOLIDARIEDADER$ 10 mil · 213 votosR$ 49,1
  • Rogerio Coimbra REPUBLICANOSR$ 24 mil · 562 votosR$ 42,6
  • Carlinhos DEMR$ 17 mil · 454 votosR$ 37,2
  • Santiago SOLIDARIEDADER$ 7,6 mil · 206 votosR$ 36,9
  • Wanderlucio Moya DEMR$ 8,2 mil · 256 votosR$ 31,8
  • Anderson Barbosa PSCR$ 9,4 mil · 629 votosR$ 15
  • Cleber Sella PSBR$ 7,7 mil · 691 votosR$ 11,2

Votos por real

  • 2020, vereadora: 85 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.