Anderson Barbosa
nasceu em 1978
Anderson Barbosa se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em 2.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2012 e 2016.
Passou por 2 partidos: PP (2012–2016), PSC (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 42 anos, superior completo, vereador, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Anderson Barbosa declarou R$ 976,8 mil em bens, em reais de hoje: 17 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso. Entre 2012 e 2020, o total subiu R$ 591,1 mil acima da inflação.
Declarou 17 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Mato Grosso em 2020.
- Anderson BarbosaR$ 976,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 58,9 mil
- Mediana dos eleitosR$ 208,3 mil
Cada quadrado, R$ 25 mil.
Os 7 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Avenida joaquim gomes de souzaR$ 430,9 milCasa
- End.: rua 07R$ 258,6 milCasa
- End.: avenida municipalR$ 114,9 milTerreno
- End.: residencial santo antonioR$ 100,6 milTerreno
- Fiat/gran sienaR$ 50,3 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Conta correnteR$ 14,4 milConta corrente no país
- Honda/biz 125 pretaR$ 7.182Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Anderson Barbosa declarou ao TSE R$ 88 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 43 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Pontes e Lacerda (MT) · PSC · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 7.29445%
- PessoasR$ 6.79341,9%
- Fundo eleitoralR$ 2.12313,1%
Para onde foi
- PessoalR$ 4.76950,6%
- Material impressoR$ 3.23234,3%
- TransporteR$ 1.41515%
Quanto custou cada voto: vereador, Pontes e Lacerda (MT), 2020
Anderson Barbosa: R$ 15 por voto (mediana da disputa, R$ 42,6). Quem venceu, Cleber Sella, gastou R$ 11,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 128; o mais barato, R$ 11,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Anderson Barbosa. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Maxsuel Guimaraes DEMR$ 34 mil · 262 votosR$ 128
- Solaris Da Pax Vobis SOLIDARIEDADER$ 14 mil · 134 votosR$ 104
- Professora Maria De Jesus PTR$ 8,4 mil · 87 votosR$ 96,9
- Pedro Da Pecuária DEMR$ 24 mil · 301 votosR$ 79
- Kirrarinha DEMR$ 30 mil · 391 votosR$ 77,6
- Kairo Polo SOLIDARIEDADER$ 10 mil · 213 votosR$ 49,1
- Rogerio Coimbra REPUBLICANOSR$ 24 mil · 562 votosR$ 42,6
- Carlinhos DEMR$ 17 mil · 454 votosR$ 37,2
- Santiago SOLIDARIEDADER$ 7,6 mil · 206 votosR$ 36,9
- Wanderlucio Moya DEMR$ 8,2 mil · 256 votosR$ 31,8
- Anderson Barbosa PSCR$ 9,4 mil · 629 votosR$ 15
- Cleber Sella PSBR$ 7,7 mil · 691 votosR$ 11,2
Votos por real
- 2020, vereador: 67 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 43 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 13 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.