Apuração
Prefeita · 2008 · PDT

Bia

Glorismar Rosa Venancio · nasceu em 1953

Bia se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleita em 1.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPDT−0,21← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PV2008PDT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: prefeita, em 2008.

Passou por 2 partidos: PV (2004), PDT (2008).

PrefeitaPartidoPVPDT200420062008
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeita, 2008, eleita.

Declarou ao TSE em 2008: 54 anos, superior completo, técnico contabilidade, estatística, economia doméstica e administração. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    PDT 12· centro-esquerda
    eleita12.792 votos, 32,6%
  2. 2004
    PV 43· centro-esquerda
    não eleita7.920 votos, 30,3%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2008, Bia declarou R$ 178 mil em bens, em reais de hoje.

R$ 178 mil
em bens declarados em 2008, em reais de setembro de 2026 (R$ 66.000 na declaração)

Declarou 35% da mediana dos candidatos a prefeito no Maranhão em 2008.

  • BiaR$ 178 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 507,5 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 598,6 mil

Cada quadrado, R$ 20 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 178 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Bia declarou ao TSE R$ 416 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para prefeita: R$ 333 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 10 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2008 · Prefeita · Paço do Lumiar (MA) · PDT · eleita

De onde veio

R$ 332,8 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 5 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 332,8 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoas5 pessoas, não nomeadasR$ 24,4 mil7,3%
  2. Próprio bolsoR$ 3.6141,1%

Para onde foi

R$ 332,8 mil
O maior gasto foi com outros: 96% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 332,8 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Material impressoR$ 11,6 mil3,5%
  2. Rádio, TV e vídeoR$ 2.6770,8%
  3. EscritórioR$ 40< 0,1%

Quanto custou cada voto: prefeita, Paço do Lumiar (MA), 2008

Bia: R$ 26 por voto (mediana da disputa, R$ 26). O voto mais caro custou R$ 41,1; o mais barato, R$ 1,06.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2008, prefeita: 38 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.