Apuração
Deputado estadual · 2014 · PSC

Beto Mayer

Alberto Mayer · nasceu em 1967

Beto Mayer se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2014, e foi eleito em nenhuma.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPSC+0,43← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PSDB2014PSC← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PSDB (2004), PSC (2014).

Dep. estadualVereadorPartidoPSDBPSC200420062008201020122014
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2014, suplente.

Declarou ao TSE em 2014: 47 anos, superior completo, músico, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2014
    Deputado estadual · Rio Grande do Sul
    PSC 20375· direita
    suplente1.828 votos; 320º mais votado de 670 no estado
  2. 2004
    PSDB 45333· centro-direita
    suplente

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2014, Beto Mayer teve 1.828 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 320º lugar entre 670 candidatos.

Recebeu votos em 82 cidades. Capão da Canoa deu 42,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 90,3%.

1.828 votos
votos para deputado estadual em 2014
Cada quadrado é 1% de 1.828 votos.
  1. Capão da Canoa (RS)770 votos42,1%
  2. Porto Alegre (RS)315 votos17,2%
  3. Xangri-Lá (RS)228 votos12,5%
  4. Vacaria (RS)56 votos3,1%
  5. Osório (RS)40 votos2,2%
  6. Outras 67 cidades177 votos9,7%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Beto Mayer declarou ao TSE R$ 18 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado estadual: R$ 17 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2014 · Deputado estadual · Rio Grande do Sul · PSC · suplente

De onde veio

R$ 17,1 mil
0% veio de fundos públicos; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 17,1 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 13,5 mil78,7%
  2. Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 3.64821,3%

Para onde foi

R$ 17,3 mil
O maior gasto foi com material impresso: 94% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 17,3 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. ServiçosR$ 7684,4%
  2. EscritórioR$ 2691,6%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Rio Grande do Sul, 2014

Mediana da disputa: R$ 32,7 por voto. Quem venceu, Lucas Redecker, gastou R$ 15,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 108; o mais barato, R$ 15,1.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2014, deputado estadual: 105 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 156 votos por R$ 1.000, 2,3 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.