Apuração
Prefeito · 2020 · PROS

Beto Farias

Alberto Antônio de Farias · nasceu em 1981

Beto Farias se candidatou em 2 eleições, de 2010 a 2020, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPROS+0,40← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2010PHS2020PROS← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Passou por 2 partidos: PHS (2010), PROS (2020).

Dep. distritalPrefeitoPartidoPHSPROS201020122014201620182020
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, não eleito.

Declarou ao TSE em 2020: 39 anos, superior incompleto, jornalista e redator, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    PROS 90· direita
    não eleito1.306 votos, 4,7%
  2. 2010
    Deputado distrital · Distrito Federal
    PHS 31111· centro-direita
    suplente878 votos; 261º mais votado de 798 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Beto Farias teve 878 votos para deputado distrital, 0,1% dos votos válidos do estado: 261º lugar entre 798 candidatos.

Recebeu votos em 1 cidade. Brasília deu 100,0% deles.

878 votos
votos para deputado distrital em 2010
Cada quadrado é 1% de 878 votos.
  1. Brasília (DF)878 votos100%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Beto Farias declarou ao TSE R$ 146 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para prefeito: R$ 124 mil, 80% de dinheiro público.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 5 mil.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2020 · Prefeito · São Francisco (MG) · PROS · não eleito

De onde veio

R$ 124 mil
80% veio de fundos públicos; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 124 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Próprio bolsoR$ 22,6 mil18,3%
  2. PessoasR$ 1.5571,3%

Para onde foi

R$ 107,6 mil
O maior gasto foi com pessoal: 52% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 107,6 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal158 pessoas, não nomeadasR$ 56,2 mil52,3%
  2. Serviços3 pessoas, não nomeadasR$ 9.2798,6%
  3. OutrosR$ 4.6834,4%
  4. Rádio, TV e vídeoR$ 4.5294,2%
  5. EventosR$ 2960,3%

Quanto custou cada voto: prefeito, São Francisco (MG), 2020

Beto Farias: R$ 82,4 por voto (mediana da disputa, R$ 40,6). Quem venceu, Paulo Miguel, gastou R$ 8,96 por voto. O voto mais caro custou R$ 82,4; o mais barato, R$ 8,96.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Beto Farias. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2020, prefeito: 12 votos por R$ 1.000, 49% da mediana da disputa.
  • 2010, deputado distrital: 40 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.