Betinho da Guarani
Carlos Alberto Cardoso Lemos · nasceu em 1976
Betinho da Guarani se candidatou em 3 eleições, de 2012 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSB (2012–2016), CIDADANIA (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 44 anos, ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Betinho da Guarani declarou R$ 301,7 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2016 e 2020, o total subiu R$ 285,4 mil acima da inflação.
Mais da metade (60%) dos candidatos a vereador no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2020.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Betinho da Guarani declarou ao TSE R$ 65 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 39 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Magé (RJ) · CIDADANIA · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 21,2 mil81,3%
- Próprio bolsoR$ 4.24616,3%
- Outros candidatosR$ 6372,4%
Para onde foi
- PessoalR$ 23,3 mil91,3%
- Material impressoR$ 2.1888,6%
- EscritórioR$ 180,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Magé (RJ), 2020
Mediana da disputa: R$ 55,2 por voto. Quem venceu, Silmar Braga , gastou R$ 27,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.889; o mais barato, R$ 27,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Bianca Santos MDBR$ 57 mil · 30 votosR$ 1.889
- Jeane Santos MDBR$ 79 mil · 90 votosR$ 877
- Eliane Silva MDBR$ 79 mil · 127 votosR$ 620
- Michelle Do Hercules PPR$ 71 mil · 365 votosR$ 194
- Vagner Família SOLIDARIEDADER$ 96 mil · 804 votosR$ 120
- Joãozinho Da Serrana PPR$ 57 mil · 668 votosR$ 84,7
- Clevinho Vidal PC do BR$ 84 mil · 1.515 votosR$ 55,2
- Carlos Prata PLR$ 75 mil · 1.647 votosR$ 45,4
- Valdeck PPR$ 175 mil · 4.672 votosR$ 37,5
- Álvaro Alencar PTR$ 56 mil · 1.527 votosR$ 36,8
- Léo Da Vila CIDADANIAR$ 74 mil · 2.660 votosR$ 27,8
- Silmar Braga PLR$ 68 mil · 2.464 votosR$ 27,5
Votos por real
- 2020, vereador: 30 votos por R$ 1.000, 60% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 1.615 votos por R$ 1.000, 32 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 36 votos por R$ 1.000, 90% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.