Bete da Dengue
Elisabete Batista · nasceu em 1967
Bete da Dengue se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2024, e foi eleita em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PSD.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 57 anos, ensino médio, servidor público municipal, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Bete da Dengue declarou R$ 198,8 mil em bens, em reais de hoje: 9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2016 e 2024, o total subiu R$ 39,6 mil acima da inflação.
Declarou 9 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2024.
- Bete da DengueR$ 198,8 mil
- Mediana dos candidatosR$ 22,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 107,2 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Bete da Dengue declarou ao TSE R$ 698 em receitas, em reais de hoje.
2016 · Vereadora · Mirassolândia (SP) · PSD · suplente
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 47668,2%
- PartidoR$ 22231,8%
Para onde foi
- TransporteR$ 60186,1%
- Material impressoR$ 9713,9%
Quanto custou cada voto: vereadora, Mirassolândia (SP), 2016
Bete Da Dengue: R$ 14,8 por voto (mediana da disputa, R$ 12,2). Quem venceu, Joaquim Ferreira, gastou R$ 3,98 por voto. O voto mais caro custou R$ 37,6; o mais barato, R$ 3,98.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Bete Da Dengue. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Washington REPUBLICANOSR$ 790 · 21 votosR$ 37,6
- Cidinho PTBR$ 1 mil · 37 votosR$ 27,4
- Zezinho Da Macaubas REPUBLICANOSR$ 933 · 38 votosR$ 24,5
- Eliezer Capocci PTBR$ 1 mil · 53 votosR$ 19,2
- Bete Da Dengue PSDR$ 698 · 47 votosR$ 14,8
- Nelinho PSBR$ 1 mil · 72 votosR$ 14,1
- Suleima PTBR$ 1 mil · 84 votosR$ 12,2
- José Cruz PVR$ 1 mil · 94 votosR$ 10,8
- Jony PSDR$ 1 mil · 129 votosR$ 7,84
- João Baptista PVR$ 1,2 mil · 198 votosR$ 5,96
- João Galinha MDBR$ 1 mil · 238 votosR$ 4,25
- Joaquim Ferreira PC do BR$ 857 · 215 votosR$ 3,98
Votos por real
- 2016, vereadora: 47 votos por R$ 1.000, 90% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.