Apuração
Prefeito · 2004 · CIDADANIA

Bernardo de Souza

Bernardo Olavo Gomes de Souza · nasceu em 1942

Bernardo de Souza se candidatou em 2 eleições, de 2002 a 2004, e foi eleito em todas.

01

Centro, pelo partido

Pelo partidoCIDADANIA0,00← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2002CIDADANIA2004CIDADANIA← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: deputado estadual, em 2002.

Sempre pelo CIDADANIA.

Dep. estadualPrefeitoPartidoCIDADANIA20022004
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, eleito.

Declarou ao TSE em 2004: 61 anos, superior completo, senador, deputado e vereador. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2004
    Prefeito · Pelotas (RS)
    CIDADANIA 23· centro
    eleito57.487 votos, 30,1%; 2º turno, 52,4%
  2. 2002
    Deputado estadual · Rio Grande do Sul
    CIDADANIA 23200· centro
    eleito40.158 votos; 33º mais votado de 461 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2002, Bernardo de Souza teve 40.158 votos para deputado estadual, 0,7% dos votos válidos do estado: 33º lugar entre 461 candidatos.

Recebeu votos em 208 cidades. Pelotas deu 67,2% deles; as 15 cidades que mais votaram, 93,7%.

40.158 votos
votos para deputado estadual em 2002
Cada quadrado é 1% de 40.158 votos.
  1. Pelotas (RS)26.982 votos67,2%
  2. Porto Alegre (RS)6.100 votos15,2%
  3. Capão do Leão (RS)1.078 votos2,7%
  4. Passo Fundo (RS)608 votos1,5%
  5. Pedro Osório (RS)384 votos1%
  6. Outras 193 cidades2.538 votos6,3%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Bernardo de Souza declarou ao TSE R$ 2,5 milhões em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para prefeito: R$ 2 milhão.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 50 mil.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2004 · Prefeito · Pelotas (RS) · CIDADANIA · eleito

De onde veio

R$ 2 mi
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 46 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2 mi. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoas18 pessoas, não nomeadasR$ 275,3 mil14,1%

Para onde foi

R$ 2,2 mi
O maior gasto foi com material impresso: 42% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2,2 mi. Toque numa parte para abrir.
  1. PesquisasR$ 41,7 mil1,9%

Quanto custou cada voto: prefeito, Pelotas (RS), 2004

Bernardo De Souza: R$ 38,3 por voto (mediana da disputa, R$ 32,3). O voto mais caro custou R$ 51; o mais barato, R$ 2,34.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2004, prefeito: 26 votos por R$ 1.000, 87% da mediana da disputa.
  • 2002, deputado estadual: 79 votos por R$ 1.000, 61% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.