Benedito Fernandes
Jose Benedito Pereira Fernandes · nasceu em 1952
Benedito Fernandes disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Santana de Parnaíba (SP)), pelo DEM: eleito.
Direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 51 anos, superior completo, advogado. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Benedito Fernandes declarou ao TSE R$ 600 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Santana de Parnaíba (SP) · DEM · eleito
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoR$ 248,3 mil41,4%
- EscritórioR$ 154 mil25,6%
- TransporteR$ 131,2 mil21,8%
- EventosR$ 47,9 mil8%
- ServiçosR$ 19 mil3,2%
Quanto custou cada voto: prefeito, Santana de Parnaíba (SP), 2004
Benedito Fernandes: R$ 17,7 por voto (mediana da disputa, R$ 42,7). O voto mais caro custou R$ 107; o mais barato, R$ 17,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Prof. Aristides PTR$ 485 mil · 4.521 votosR$ 107
- Eduardo Sanassar PSDBR$ 59 mil · 1.372 votosR$ 42,7
- Benedito Fernandes DEMR$ 600 mil · 33.855 votosR$ 17,7
Votos por real
- 2004, prefeito: 56 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.