Belô
Valdair Gabriel Kuhn · nasceu em 1959
Belô se candidatou em 5 eleições, de 2006 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2016.
Sempre pelo PSB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 57 anos, superior completo, servidor público municipal, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2014Deputado federal · Rio Grande do SulPSB 4099· centro-esquerdasuplente5.097 votos; 97º mais votado de 308 no estado
- 2012
- 2008Vice-prefeito · Triunfo (RS)PSB 15· centro-esquerdaNa chapa de Gildo Avilachapa não eleita1.582 votos da chapa, 8,6%
- 2006Deputado estadual · Rio Grande do SulPSB 40940· centro-esquerda· na urna, Valdair do Demhabsuplente1.912 votos; 302º mais votado de 486 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Belô teve 5.097 votos para deputado federal, 0,1% dos votos válidos do estado: 97º lugar entre 308 candidatos.
Recebeu votos em 80 cidades. Triunfo deu 81,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 95,7%.
As outras 1 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Belô declarou R$ 1,4 mi em bens, em reais de hoje: 2,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2006 e 2016, o total subiu R$ 946,9 mil acima da inflação.
Declarou 2,6 vezes a mediana dos candidatos a prefeito no Rio Grande do Sul em 2016.
- BelôR$ 1,4 mi
- Mediana dos candidatosR$ 531,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 592,9 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 6 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- Area de terras 08HA com predio em cimaR$ 812,3 milTerra nua
- Apartamento em porto alegreR$ 324,9 milApartamento
- Area 01HA com casa em cimaR$ 162,5 milTerreno rural
- Sandero branco 2014R$ 32,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Sandero gt line 2014R$ 32,5 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Siena preto 2007R$ 14,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Belô declarou ao TSE R$ 237 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para prefeito: R$ 127 mil, 13% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2016 · Prefeito · Triunfo (RS) · PSB · eleito
De onde veio
- Pessoas11 pessoas, não nomeadasR$ 94,5 mil74,2%
- Próprio bolsoR$ 16,7 mil13,1%
- Fundo partidárioTudo de Partido Socialista BrasileiroR$ 16,2 mil12,7%
Para onde foi
- TransporteTudo de Auto Posto Proeste LtdaR$ 12,4 mil11,6%
- Rádio, TV e vídeoR$ 2.7532,6%
- PessoalR$ 2.7432,6%
- EscritórioR$ 2.4292,3%
- OutrosR$ 8760,8%
Quanto custou cada voto: prefeito, Triunfo (RS), 2016
Belô: R$ 15,9 por voto (mediana da disputa, R$ 18,7). O voto mais caro custou R$ 61,4; o mais barato, R$ 15,9.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Votos por real
- 2016, prefeito: 63 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
- 2014, deputado federal: 146 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
- 2012, prefeito: 14 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 54 votos por R$ 1.000, 57% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.