Bebeto
Antônio Alberto Rocha Aguiar · nasceu em 1955
Bebeto disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Camocim (CE)), pelo CIDADANIA: não eleito.
Centro, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 49 anos, superior completo, servidor publico estadual. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Bebeto declarou ao TSE R$ 142 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Camocim (CE) · CIDADANIA · não eleito
De onde veio
- Pessoas12 pessoas, não nomeadasR$ 103,1 mil72,4%
- Próprio bolsoR$ 34,7 mil24,4%
- EmpresasR$ 4.6593,3%
Para onde foi
- EscritórioR$ 4.2843%
- OutrosR$ 3.2582,3%
Quanto custou cada voto: prefeito, Camocim (CE), 2004
Bebeto: R$ 12,1 por voto (mediana da disputa, R$ 12,1). Quem venceu, Chico Vaulino, gastou R$ 10,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 29; o mais barato, R$ 10,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Bebeto. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Professor Adhailson PTR$ 13 mil · 460 votosR$ 29
- Bebeto CIDADANIAR$ 142 mil · 11.733 votosR$ 12,1
- Chico Vaulino PPR$ 188 mil · 17.490 votosR$ 10,7
Votos por real
- 2004, prefeito: 82 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.