Bebe do Taxi
Francisco Costa · nasceu em 1983
Bebe do Taxi se candidatou em 2 eleições, de 2016 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 2 partidos: PSC (2016), PATRIOTA (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 37 anos, ensino médio, motorista de veículos de transporte de carga, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Bebe do Taxi declarou R$ 57,5 mil em bens, em reais de hoje: 3,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2016 e 2020, o total caiu R$ 36,8 mil, já descontada a inflação.
Declarou 3,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2020.
- Bebe do TaxiR$ 57,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 17,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 112,8 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Bebe do Taxi declarou ao TSE R$ 1,8 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 1,1 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Santa Lúcia (SP) · PATRIOTA · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Santa Lúcia (SP), 2020
Bebe Do Taxi: R$ 13,7 por voto (mediana da disputa, R$ 13,7). Quem venceu, Rodrigo Catelani, gastou R$ 3,01 por voto. O voto mais caro custou R$ 594; o mais barato, R$ 3,01.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Bebe Do Taxi. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Fabiana Castellini PLR$ 5,9 mil · 10 votosR$ 594
- Vera Zanardi PLR$ 5,9 mil · 41 votosR$ 145
- Nilza Hilario PLR$ 5,9 mil · 52 votosR$ 114
- Luana Botelho PLR$ 5,9 mil · 71 votosR$ 83,7
- Odair Do Pantanal PLR$ 1,9 mil · 60 votosR$ 32,3
- Bebe Do Taxi PATRIOTAR$ 1,1 mil · 81 votosR$ 13,7
- Tatu PLR$ 2,1 mil · 155 votosR$ 13,7
- Valeria Professora PPR$ 1,7 mil · 154 votosR$ 11,1
- Mateus Lima PSDBR$ 1,3 mil · 136 votosR$ 9,84
- Rael Do Auto Eletro PATRIOTAR$ 1,4 mil · 168 votosR$ 8,42
- Sival Turmeiro PC do BR$ 941 · 159 votosR$ 5,92
- Rodrigo Catelani PC do BR$ 1,2 mil · 409 votosR$ 3,01
Votos por real
- 2020, vereador: 73 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2016, vereador: 47 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.