Apuração
Vereadora · 2012 · PSOL

Beatriz

Beatriz Gerhardt · nasceu em 1970

Beatriz se candidatou em 2 eleições, de 2006 a 2012, e foi eleita em nenhuma.

01

Esquerda, pelo partido

Pelo partidoPSOL−0,85← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2006PSOL2012PSOL← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo PSOL.

Dep. estadualVereadoraPartidoPSOL2006200820102012
eleitasuplente ou vicenão eleita
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2012, suplente.

Declarou ao TSE em 2012: 41 anos, superior completo, servidor público municipal. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2012
    Vereadora · Porto Alegre (RS)
    PSOL 50450· esquerda
    suplente
  2. 2006
    Deputada estadual · Rio Grande do Sul
    PSOL 50450· esquerda
    não eleita990 votos; 348º mais votada de 486 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Beatriz teve 990 votos para deputada estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 348º lugar entre 486 candidatos.

Recebeu votos em 89 cidades. Porto Alegre deu 47,3% deles; as 15 cidades que mais votaram, 81,8%.

990 votos
votos para deputada estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 990 votos.
  1. Porto Alegre (RS)468 votos47,3%
  2. Viamão (RS)59 votos6%
  3. Canoas (RS)57 votos5,8%
  4. Colinas (RS)32 votos3,2%
  5. Gravataí (RS)30 votos3%
  6. Outras 74 cidades180 votos18,2%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2012, Beatriz declarou R$ 1,2 mi em bens, em reais de hoje: 13 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Rio Grande do Sul. Entre 2006 e 2012, o total subiu R$ 948,6 mil acima da inflação.

Cada quadrado, R$ 50 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 1,2 mi
em bens declarados em 2012, em reais de setembro de 2026 (R$ 543.200 na declaração)

Declarou 13 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2012.

  • BeatrizR$ 1,2 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 89,8 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 221,8 mil

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,2 mi. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2006, Beatriz declarou ao TSE R$ 3 mil em receitas, em reais de hoje.

2006 · Deputada estadual · Rio Grande do Sul · PSOL · não eleita

De onde veio

R$ 2.966
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado. Em reais de hoje.

Para onde foi

R$ 2.492
O maior gasto foi com escritório: 59% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 2.492. Toque numa parte para abrir.
  1. EventosTudo de NacionalR$ 51020,5%
  2. TransporteTudo de UnesulR$ 47519%
  3. Material impressoR$ 301,2%

Quanto custou cada voto: deputada estadual, Rio Grande do Sul, 2006

Mediana da disputa: R$ 19,3 por voto. Quem venceu, Paulo Odone, gastou R$ 8,07 por voto. O voto mais caro custou R$ 491; o mais barato, R$ 8,07.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2006, deputada estadual: 397 votos por R$ 1.000, 4,1 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.