Apuração
Deputado estadual · 2010 · PT

Barros

Adalberto Barbosa Barros · nasceu em 1959

Barros disputou uma eleição, em 2010, para deputado estadual (Tocantins), pelo PT: suplente.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,37← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Dep. estadualPartidoPT2010
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2010, suplente.

Declarou ao TSE em 2010: 51 anos, superior completo, engenheiro. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2010
    Deputado estadual · Tocantins
    PT 13555· centro-esquerda
    suplente1.001 votos; 89º mais votado de 214 no estado

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2010, Barros teve 1.001 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 89º lugar entre 214 candidatos.

Recebeu votos em 63 cidades. Palmas deu 15,0% deles; as 15 cidades que mais votaram, 85,7%.

1.001 votos
votos para deputado estadual em 2010
Cada quadrado é 1% de 1.001 votos.
  1. Palmas (TO)150 votos15%
  2. Rio dos Bois (TO)115 votos11,5%
  3. Arraias (TO)108 votos10,8%
  4. Chapada da Natividade (TO)98 votos9,8%
  5. Dois Irmãos do Tocantins (TO)60 votos6%
  6. Outras 48 cidades143 votos14,3%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Os bens declarados ao TSE

Em 2010, Barros declarou R$ 483,7 mil em bens, em reais de hoje: 1,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Tocantins.

R$ 483,7 mil
em bens declarados em 2010, em reais de setembro de 2026 (R$ 195.600 na declaração)

Declarou 1,6 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual no Tocantins em 2010.

  • BarrosR$ 483,7 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 295,2 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 2,6 mi

Cada quadrado, R$ 100 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 483,7 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

05

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2010, Barros declarou ao TSE R$ 71 mil em receitas, em reais de hoje.

2010 · Deputado estadual · Tocantins · PT · suplente

De onde veio

R$ 71 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 71 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. PartidoTudo de Comitê Financeiro ÚnicoR$ 56,6 mil79,6%
  2. Próprio bolsoR$ 5.8158,2%
  3. EmpresasR$ 1.4662,1%
  4. PessoasR$ 9771,4%

Para onde foi

R$ 70,5 mil
O maior gasto foi com outros: 58% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 70,5 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Pessoal3 pessoas, não nomeadasR$ 17,1 mil24,2%
  2. EscritórioR$ 4520,6%

Quanto custou cada voto: deputado estadual, Tocantins, 2010

Mediana da disputa: R$ 56,6 por voto. Quem venceu, Sandoval Cardoso, gastou R$ 34,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 184; o mais barato, R$ 34,7.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2010, deputado estadual: 14 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.