Barbosa
Antonio Carlos Barbosa · nasceu em 1974
Barbosa se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 4.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008, 2012 e 2016.
Sempre pelo PDT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 46 anos, ensino médio, vereador, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Barbosa declarou R$ 22 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2020, o total caiu R$ 37,1 mil, já descontada a inflação.
Declarou 38% da mediana dos candidatos a vereador no Rio Grande do Sul em 2020.
- BarbosaR$ 22 mil
- Mediana dos candidatosR$ 57,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 206,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Barbosa declarou ao TSE R$ 14 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 3,8 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Ibirapuitã (RS) · PDT · suplente
De onde veio
Para onde foi
- OutrosR$ 96963,1%
- ServiçosR$ 56636,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Ibirapuitã (RS), 2020
Barbosa: R$ 14,4 por voto (mediana da disputa, R$ 31,5). Quem venceu, Mauricio Padilha, gastou R$ 9,68 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.557; o mais barato, R$ 9,68.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Barbosa. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Andreia Dinarte PLR$ 3,1 mil · 2 votosR$ 1.557
- Silvane Zafanelli PLR$ 8,8 mil · 8 votosR$ 1.097
- Rose Schaefer PPR$ 1,4 mil · 3 votosR$ 472
- Daniela Do Kitinho PLR$ 3,1 mil · 7 votosR$ 445
- Janaina PPR$ 1,4 mil · 8 votosR$ 177
- Salete PPR$ 1,4 mil · 21 votosR$ 67,4
- Waguinho MDBR$ 2,7 mil · 86 votosR$ 31,5
- Barbosa PDTR$ 1,5 mil · 107 votosR$ 14,4
- Robertinho PPR$ 2,2 mil · 165 votosR$ 13,6
- Josil Morais MDBR$ 2,1 mil · 201 votosR$ 10,4
- Juberlan PLR$ 1,8 mil · 171 votosR$ 10,3
- Mauricio Padilha PDTR$ 2 mil · 209 votosR$ 9,68
Votos por real
- 2020, vereador: 70 votos por R$ 1.000, 2,1 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 24 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 58 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 179 votos por R$ 1.000, 3,4 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.