Baixa Fria
Felicissimo Paulino dos Santos Filho · nasceu em 1954
Baixa Fria se candidatou em 3 eleições, de 2008 a 2016, e foi eleito em 1.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2012.
Passou por 2 partidos: DEM (2008), PDT (2012–2016).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2016, não eleito.
Declarou ao TSE em 2016: 62 anos, até o fundamental, prefeito, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012
- 2008
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Baixa Fria declarou R$ 1,3 mi em bens, em reais de hoje: 2,7 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2008 e 2016, o total subiu R$ 281,9 mil acima da inflação.
Declarou 2,7 vezes a mediana dos candidatos a prefeito na Bahia em 2016.
- Baixa FriaR$ 1,3 mi
- Mediana dos candidatosR$ 487,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 586,5 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 5 itens declarados em 2016, do maior ao menor
- 319 TarefasR$ 487,4 milTerra nua
- Em feira de santanaR$ 243,7 milTerreno
- 80 TarefasR$ 195 milTerra nua
- 150 BovinosR$ 195 milRebanho e animais
- ResidencialR$ 195 milCasa
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Baixa Fria declarou ao TSE R$ 337 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2016, para prefeito: R$ 146 mil.
Campanha a campanha
2016 · Prefeito · Antônio Cardoso (BA) · PDT · não eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 140,9 mil96,8%
- PessoasR$ 4.6963,2%
Para onde foi
- Serviços4 pessoas, não nomeadasR$ 19,1 mil13,1%
- OutrosR$ 3.3032,3%
- EscritórioR$ 1.9751,4%
- Rádio, TV e vídeoR$ 6480,4%
Quanto custou cada voto: prefeito, Antônio Cardoso (BA), 2016
Baixa Fria: R$ 59,1 por voto (mediana da disputa, R$ 41,6). Quem venceu, Toinho Santiago, gastou R$ 6,44 por voto. O voto mais caro custou R$ 59,1; o mais barato, R$ 6,44.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Baixa Fria. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Baixa Fria PDTR$ 146 mil · 2.463 votosR$ 59,1
- Tinho De César REDER$ 3,7 mil · 71 votosR$ 51,5
- Lilian Nilo PTBR$ 24 mil · 584 votosR$ 41,6
- Toinho Santiago PTR$ 36 mil · 5.583 votosR$ 6,44
Votos por real
- 2016, prefeito: 17 votos por R$ 1.000, 78% da mediana da disputa.
- 2012, prefeito: 29 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2008, prefeito: 59 votos por R$ 1.000, 69% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.