Baianinho
Antonio Pinheiro da Silva Filho · nasceu em 1975
Baianinho se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.
Passou por 4 partidos: PSB (2004), PC do B (2008), PL (2012), PODE (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 45 anos, superior completo, advogado, cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2012Vice-prefeito · Tartarugalzinho (AP)PL 12· direitaNa chapa de Figueiredochapa não eleita875 votos da chapa, 13,8%
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2012, Baianinho declarou R$ 98,6 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2012, o total caiu R$ 129,5 mil, já descontada a inflação.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Baianinho declarou ao TSE R$ 15 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 11 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Macapá (AP) · PODE · suplente
De onde veio
Para onde foi
Nada declarado em 2020.
Quanto custou cada voto: vereador, Macapá (AP), 2020
Mediana da disputa: R$ 122 por voto. Quem venceu, Claudio, gastou R$ 57,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 521; o mais barato, R$ 57,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Leila Viana REPUBLICANOSR$ 215 mil · 413 votosR$ 521
- Professora Margareth Guerra REPUBLICANOSR$ 207 mil · 432 votosR$ 480
- Yuri Pelaes MDBR$ 253 mil · 596 votosR$ 425
- Patriciana Guimaraes PSLR$ 200 mil · 669 votosR$ 299
- Marcus Bordalo PSLR$ 184 mil · 1.217 votosR$ 151
- Marcelo Oliveira PPR$ 184 mil · 1.267 votosR$ 145
- Professor Rodrigo REDER$ 198 mil · 1.619 votosR$ 122
- Alexandre Azevedo PPR$ 182 mil · 1.521 votosR$ 120
- Janete Capiberibe PSBR$ 212 mil · 2.137 votosR$ 99,3
- André Lima REDER$ 198 mil · 2.879 votosR$ 68,6
- Dudu Barbosa PLR$ 212 mil · 3.402 votosR$ 62,4
- Claudio DEMR$ 214 mil · 3.740 votosR$ 57,1
Votos por real
- 2008, vereador: 111 votos por R$ 1.000, 5,2 vezes a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 69 votos por R$ 1.000, 3,5 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.