Professor Rodrigo
Rodrigo Souza Gomes · nasceu em 1978
Professor Rodrigo se candidatou em 5 eleições, de 2012 a 2024, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2016.
Passou por 3 partidos: PSDB (2012), REDE (2016–2020), PODE (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 46 anos, superior completo, técnico de enfermagem e assemelhados (exceto enfermeiro), cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2016, branca em 2018, parda em 2020, branca em 2024. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2018
- 2016
- 2012
- 2012
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2018, Professor Rodrigo teve 1.915 votos para deputado estadual, 0,5% dos votos válidos do estado: 61º lugar entre 431 candidatos.
Recebeu votos em 15 cidades. Macapá deu 82,8% deles.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2018, Professor Rodrigo declarou R$ 152,2 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2012 e 2018, o total subiu R$ 104 mil acima da inflação.
Em 2024, não declarou nenhum bem.
Mais da metade (59%) dos candidatos a deputado estadual no Amapá não declarou nenhum bem em 2018.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Professor Rodrigo declarou ao TSE R$ 446 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 199 mil, 99% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Macapá (AP) · PODE · suplente
De onde veio
- Fundo eleitoralR$ 65,6 mil83,8%
- PessoasR$ 10,9 mil14%
- Fundo partidárioR$ 1.7722,3%
Para onde foi
- ServiçosR$ 36,1 mil55%
- Material impressoR$ 15 mil22,8%
- TransporteR$ 11,2 mil17,1%
- InternetR$ 3.2815%
Quanto custou cada voto: vereador, Macapá (AP), 2024
Mediana da disputa: R$ 128 por voto. Quem venceu, Pedro Dalua, gastou R$ 47,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 1.683; o mais barato, R$ 47,3.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Josineide Bandeira PC do BR$ 219 mil · 130 votosR$ 1.683
- Telminha UNIÃOR$ 213 mil · 145 votosR$ 1.472
- Geovana Cp UNIÃOR$ 213 mil · 321 votosR$ 665
- Mônica Penha UNIÃOR$ 213 mil · 421 votosR$ 507
- Lucélia Quaresma UNIÃOR$ 213 mil · 1.150 votosR$ 185
- Professor Joel PODER$ 212 mil · 1.558 votosR$ 136
- Aline Medeiros REPUBLICANOSR$ 213 mil · 1.671 votosR$ 128
- Marciane PSDR$ 197 mil · 2.200 votosR$ 89,7
- Sandra Lacerda PODER$ 214 mil · 2.469 votosR$ 86,7
- Ruzivan REPUBLICANOSR$ 208 mil · 2.643 votosR$ 78,6
- Luana Serrão UNIÃOR$ 213 mil · 3.360 votosR$ 63,4
- Pedro Dalua UNIÃOR$ 204 mil · 4.309 votosR$ 47,3
Votos por real
- 2024, vereador: 24 votos por R$ 1.000, 3,5 vezes a mediana da disputa.
- 2020, vereador: 8,2 votos por R$ 1.000, 81% da mediana da disputa.
- 2018, deputado estadual: 83 votos por R$ 1.000, 3,4 vezes a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 59 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.