Apuração
Deputado estadual · 2006 · MOBILIZA

Gilmar Binotti (bagu)

Gilmar Binotti · nasceu em 1960

Gilmar Binotti (bagu) se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2006, e foi eleito em nenhuma.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoMOBILIZA+0,13← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004MOBILIZA2006MOBILIZA← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

Sempre pelo MOBILIZA.

Dep. estadualPrefeitoPartidoMOBILIZA20042006
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2006, suplente.

Declarou ao TSE em 2006: 46 anos, ensino médio, comerciante. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2006
    Deputado estadual · Espírito Santo
    MOBILIZA 33133· centro-direita
    suplente1.507 votos; 159º mais votado de 354 no estado
  2. 2004
    MOBILIZA 33· centro-direita· na urna, Bagu
    não eleito2.810 votos, 40,2%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

De onde vieram os votos

Em 2006, Gilmar Binotti (bagu) teve 1.507 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 159º lugar entre 354 candidatos.

Recebeu votos em 33 cidades. Jerônimo Monteiro deu 83,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 97,9%.

1.507 votos
votos para deputado estadual em 2006
Cada quadrado é 1% de 1.507 votos.
  1. Jerônimo Monteiro (ES)1.252 votos83,1%
  2. Cachoeiro de Itapemirim (ES)43 votos2,9%
  3. Alegre (ES)41 votos2,7%
  4. Muqui (ES)32 votos2,1%
  5. Domingos Martins (ES)25 votos1,7%
  6. Outras 18 cidades31 votos2,1%

Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2004, Gilmar Binotti (bagu) declarou ao TSE R$ 76 mil em receitas, em reais de hoje.

2004 · Prefeito · Jerônimo Monteiro (ES) · MOBILIZA · não eleito

De onde veio

R$ 76,3 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 3 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 76,3 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 51,4 mil67,4%
  2. Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 12,5 mil16,4%
  3. PartidoTudo de Comitê Financeiro Municipal ÚnicoR$ 12,4 mil16,2%

Para onde foi

R$ 76,3 mil
O maior gasto foi com transporte: 29% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 76,3 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. TransporteTudo de Posto Sete Irmãos Ltda - MeR$ 22,3 mil29,3%
  2. OutrosR$ 14,3 mil18,8%
  3. EventosR$ 10,1 mil13,2%
  4. EscritórioR$ 5.2136,8%
  5. PessoalR$ 4.6926,1%

Quanto custou cada voto: prefeito, Jerônimo Monteiro (ES), 2004

Bagu: R$ 27,2 por voto (mediana da disputa, R$ 27,2). Quem venceu, Newton Fonseca, gastou R$ 34,2 por voto.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Bagu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Newton Fonseca CIDADANIAR$ 143 mil · 4.176 votosR$ 34,2
  • Bagu MOBILIZAR$ 76 mil · 2.810 votosR$ 27,2

Votos por real

  • 2004, prefeito: 37 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.