Aroldo Faria
Aroldo Faria da Silva · nasceu em 1930
Aroldo Faria disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Poté (MG)), pelo PL: não eleito.
Direita, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 73 anos, até o fundamental, agricultor. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Aroldo Faria declarou ao TSE R$ 22 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Poté (MG) · PL · não eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 17 mil78,2%
- Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 4.72421,8%
Para onde foi
- Serviços3 pessoas, não nomeadasR$ 1.5647,2%
Quanto custou cada voto: prefeito, Poté (MG), 2004
Aroldo Faria: R$ 8,32 por voto (mediana da disputa, R$ 8,52). Quem venceu, Dr. Pio, gastou R$ 58,4 por voto. O voto mais caro custou R$ 58,4; o mais barato, R$ 8,32.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Aroldo Faria. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Dr. Pio DEMR$ 207 mil · 3.546 votosR$ 58,4
- Antonio Wilson PTR$ 16 mil · 1.847 votosR$ 8,52
- Aroldo Faria PLR$ 22 mil · 2.607 votosR$ 8,32
Votos por real
- 2004, prefeito: 120 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.