Arnaldinho
Arnaldo da Silva · nasceu em 1959
Arnaldinho se candidatou em 3 eleições, de 2016 a 2024, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2020.
Sempre pelo CIDADANIA.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 64 anos, ensino médio, vereador, cor branca. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2020, branca em 2024. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Arnaldinho declarou R$ 445,4 mil em bens, em reais de hoje: 20 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2016 e 2024, o total subiu R$ 81,3 mil acima da inflação.
Declarou 20 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2024.
- ArnaldinhoR$ 445,4 mil
- Mediana dos candidatosR$ 22,1 mil
- Mediana dos eleitosR$ 107,2 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 7 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- Conta conjuntaR$ 157 milConta corrente no país
- ResidencialR$ 130,1 milPrédio residencial
- PrédioR$ 55,2 milPrédio comercial
- ResidencialR$ 52,3 milCasa
- CarroR$ 34,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- CarroR$ 11 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- MotoR$ 5.441Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 3 campanhas com contas prestadas, Arnaldinho declarou ao TSE R$ 81 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para vereador: R$ 41 mil, 18% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Araçatuba (SP) · CIDADANIA · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 21,9 mil94,7%
- Próprio bolsoR$ 1.2165,3%
Para onde foi
- PessoalR$ 8.06134,9%
- InternetR$ 5.69124,6%
- Material impressoR$ 4.91921,3%
- Rádio, TV e vídeoR$ 3.28114,2%
- OutrosR$ 1.0944,7%
- EscritórioR$ 450,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Araçatuba (SP), 2024
Arnaldinho: R$ 21,8 por voto (mediana da disputa, R$ 23,4). Quem venceu, Pugina, gastou R$ 12,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 93,8; o mais barato, R$ 12,2.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Arnaldinho. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Dina Da Batista PLR$ 55 mil · 582 votosR$ 93,8
- Fernando Zar PTR$ 79 mil · 951 votosR$ 83,2
- Fabrício Hess PVR$ 50 mil · 792 votosR$ 63,1
- Wesley Da Dialogue PODER$ 39 mil · 733 votosR$ 53
- Andre Machado PLR$ 33 mil · 766 votosR$ 42,8
- Arlindo Araujo SOLIDARIEDADER$ 39 mil · 1.563 votosR$ 25,2
- Fernando Fabris PLR$ 78 mil · 3.329 votosR$ 23,4
- Matheus Lemes PSOLR$ 23 mil · 1.032 votosR$ 22,5
- Arnaldinho CIDADANIAR$ 23 mil · 1.059 votosR$ 21,8
- Luís Boatto SOLIDARIEDADER$ 38 mil · 2.793 votosR$ 13,7
- Edna Flor PODER$ 39 mil · 2.936 votosR$ 13,3
- Pugina PLR$ 67 mil · 5.530 votosR$ 12,2
Votos por real
- 2024, vereador: 46 votos por R$ 1.000, 94% da mediana da disputa.
- 2020, vereador: 63 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 78 votos por R$ 1.000, 2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.