Armando Sergio
Armando Sergio Brito Alves · nasceu em 1959
Armando Sergio se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 4 partidos: AGIR (2004–2008), DEM (2012), SOLIDARIEDADE (2014), AVANTE (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 61 anos, até o fundamental, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2014, branca em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2014Deputado estadual · PernambucoSOLIDARIEDADE 77110· centro-direitasuplente2.658 votos; 147º mais votado de 489 no estado
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Armando Sergio teve 2.658 votos para deputado estadual, 0,1% dos votos válidos do estado: 147º lugar entre 489 candidatos.
Recebeu votos em 51 cidades. Olinda deu 57,4% deles; as 15 cidades que mais votaram, 97,4%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2014, Armando Sergio declarou R$ 150,7 mil em bens, em reais de hoje: 31 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Pernambuco.
Em 2020, não declarou nenhum bem.
Declarou 31 vezes a mediana dos candidatos a deputado estadual em Pernambuco em 2014.
- Armando SergioR$ 150,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 4.829
- Mediana dos eleitosR$ 1 mi
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Armando Sergio declarou ao TSE R$ 297 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2014, para deputado estadual: R$ 211 mil.
Campanha a campanha
2020 · Prefeito · Olinda (PE) · AVANTE · não eleito
De onde veio
Para onde foi
- Material impressoTudo de Guilherme M.A.Santos FilhoR$ 67996%
- EscritórioR$ 284%
Quanto custou cada voto: prefeito, Olinda (PE), 2020
Armando Sergio: R$ 0,43 por voto (mediana da disputa, R$ 32,5). Quem venceu, Professor Lupercio, gastou R$ 7,55 por voto. O voto mais caro custou R$ 237; o mais barato, R$ 0,43.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Armando Sergio. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Marcos Freire Jr REDER$ 103 mil · 434 votosR$ 237
- Guto Santa Cruz PDTR$ 555 mil · 2.721 votosR$ 204
- Celso Muniz MDBR$ 556 mil · 11.694 votosR$ 47,6
- João Paulo PC do BR$ 1,8 milhão · 45.289 votosR$ 39,2
- Jorge Federal PSLR$ 193 mil · 5.958 votosR$ 32,5
- Tota Do V-8 E V-9 MOBILIZAR$ 39 mil · 1.318 votosR$ 29,9
- Professor Lupercio SOLIDARIEDADER$ 932 mil · 123.534 votosR$ 7,55
- André Azevedo DCR$ 6,8 mil · 1.477 votosR$ 4,61
- Armando Sergio AVANTER$ 708 · 1.649 votosR$ 0,43
Votos por real
- 2020, prefeito: 1.649 votos por R$ 1.000, 54 vezes a mediana da disputa.
- 2014, deputado estadual: 13 votos por R$ 1.000, 26% da mediana da disputa.
- 2012, prefeito: 182 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 1.336 votos por R$ 1.000, 9,5 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.