Armando José
Armando José Tavares Ferreira · nasceu em 1951
Armando José se candidatou em 5 eleições, de 2002 a 2014, e foi eleito em 2.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: deputado estadual, em 2002 e 2006.
Sempre pelo PSB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: deputado estadual, 2014, suplente.
Declarou ao TSE em 2014: 63 anos, superior completo, deputado, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2014Deputado estadual · Rio de JaneiroPSB 40777· centro-esquerdasuplente3.227 votos; 300º mais votado de 1.846 no estado
- 2012Vereador · Rio de Janeiro (RJ)PSB 40777· centro-esquerda· na urna, Missionário Armando Josesuplente12.707 votos
- 2010Deputado estadual · Rio de JaneiroPSB 40777· centro-esquerda· na urna, Armando Josesuplente37.137 votos; 49º mais votado de 1.514 no estado
- 2006Deputado estadual · Rio de JaneiroPSB 40777· centro-esquerda· na urna, Armando Joseeleito30.959 votos; 79º mais votado de 1.377 no estado
- 2002Deputado estadual · Rio de JaneiroPSB 40777· centro-esquerda· na urna, Armando Joseeleito48.104 votos; 25º mais votado de 1.233 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2014, Armando José teve 3.227 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 300º lugar entre 1.846 candidatos.
Recebeu votos em 56 cidades. Rio de Janeiro deu 57,1% deles; as 15 cidades que mais votaram, 90,7%.
As outras 3 eleições para deputado
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2014, Armando José declarou R$ 803 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2006 e 2014, o total caiu R$ 271,1 mil, já descontada a inflação.
Mais da metade (52%) dos candidatos a deputado estadual no Rio de Janeiro não declarou nenhum bem em 2014.
Os 5 itens declarados em 2014, do maior ao menor
- Aquiição de quotas de apartamentop 106 bl. 04 do edifício…R$ 587,4 milApartamento
- Automovel nissan sandiego abR$ 184,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Banco itauR$ 23,7 milConta corrente no país
- Banco itauR$ 7.706Conta corrente no país
- Banco itau ag 6170R$ 19Conta corrente no país
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Armando José declarou ao TSE R$ 565 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2006, para deputado estadual: R$ 228 mil.
Campanha a campanha
2014 · Deputado estadual · Rio de Janeiro · PSB · suplente
De onde veio
- Pessoas6 pessoas, não nomeadasR$ 21,1 mil90,3%
- PartidoR$ 1.1524,9%
- Outros candidatosR$ 1.1104,7%
- Próprio bolsoR$ 170,1%
Para onde foi
- Serviços2 pessoas, não nomeadasR$ 7.68032,8%
- OutrosTudo de Prime Marketing Empreendimentos Ltda. - MeR$ 3.84016,4%
- TransporteR$ 1.0754,6%
- EscritórioR$ 360,2%
Quanto custou cada voto: deputado estadual, Rio de Janeiro, 2014
Mediana da disputa: R$ 72,8 por voto. Quem venceu, Nivaldo Mulim, gastou R$ 22,8 por voto. O voto mais caro custou R$ 200; o mais barato, R$ 22,8.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Paulo Mustrangi PTR$ 2,4 milhões · 12.203 votosR$ 200
- Tiago Mohamed MDBR$ 7 milhões · 38.395 votosR$ 181
- André Lazaroni MDBR$ 7,7 milhões · 44.473 votosR$ 173
- Marcelo Queiroz PPR$ 2,5 milhões · 17.147 votosR$ 147
- Marcus Vinícius - Neskau PTBR$ 5,6 milhões · 39.192 votosR$ 142
- Christino Áureo PSDR$ 6,7 milhões · 50.168 votosR$ 134
- Dr. Audir PSLR$ 2,9 milhões · 21.917 votosR$ 133
- Jorge Felippe Neto PSDR$ 3,3 milhões · 32.066 votosR$ 103
- Zito PPR$ 2,3 milhões · 24.491 votosR$ 92,7
- Graça MDBR$ 2,9 milhões · 32.347 votosR$ 88,6
- André Corrêa PSDR$ 6,9 milhões · 81.364 votosR$ 84,7
- Andre Ceciliano PTR$ 2,5 milhões · 31.207 votosR$ 78,6
- Fabio Silva MDBR$ 6,4 milhões · 82.168 votosR$ 78
- Rafael Do Gordo MDBR$ 2,7 milhões · 36.460 votosR$ 73,3
- Osorio MDBR$ 5,2 milhões · 70.835 votosR$ 72,8
- Domingos Brazão MDBR$ 5 milhões · 70.314 votosR$ 70,6
- Luiz Martins PDTR$ 2,7 milhões · 39.309 votosR$ 69,7
- Tio Carlos SOLIDARIEDADER$ 2,4 milhões · 38.851 votosR$ 61,3
- Waldeck PTR$ 2,2 milhões · 36.755 votosR$ 60
- Gustavo Tutuca MDBR$ 3,6 milhões · 64.248 votosR$ 56
- Paulo Melo MDBR$ 6,5 milhões · 125.391 votosR$ 52,2
- Rafael Picciani MDBR$ 3,2 milhões · 63.073 votosR$ 50,5
- Pedro Fernandes SOLIDARIEDADER$ 3,8 milhões · 75.366 votosR$ 50,1
- Jorge Picciani MDBR$ 3,5 milhões · 76.590 votosR$ 46,3
- Waguinho MDBR$ 2,4 milhões · 53.835 votosR$ 43,7
- Cidinha Campos PDTR$ 2,9 milhões · 75.492 votosR$ 37,8
- Edson Albertassi MDBR$ 2,1 milhões · 61.549 votosR$ 34,1
- Dionísio Lins PPR$ 2,5 milhões · 75.405 votosR$ 32,9
- Nivaldo Mulim PLR$ 2,1 milhões · 93.192 votosR$ 22,8
Votos por real
- 2014, deputado estadual: 138 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 87 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2010, deputado estadual: 561 votos por R$ 1.000, 7,9 vezes a mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 136 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.