Arlene
Arlene de Souza Brito Gomes · nasceu em 1972
Arlene se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleita em 1.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereadora, em 2004.
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereadora, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 36 anos, superior completo, vereador. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Arlene declarou R$ 80,9 mil em bens, em reais de hoje: 2 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Piauí.
Declarou 2 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Piauí em 2008.
- ArleneR$ 80,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 40,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 70,1 mil
Cada quadrado, R$ 2.500.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Arlene declarou ao TSE R$ 21 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereadora: R$ 14 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereadora · Sebastião Leal (PI) · MDB · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereadora, Sebastião Leal (PI), 2008
Arlene: R$ 53,1 por voto (mediana da disputa, R$ 103). Quem venceu, Irmã Edisia, gastou R$ 29,2 por voto. O voto mais caro custou R$ 180; o mais barato, R$ 10,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Arlene. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Edivaldo PTBR$ 21 mil · 116 votosR$ 180
- Pedro PTBR$ 25 mil · 156 votosR$ 162
- Sobrinho PTBR$ 24 mil · 167 votosR$ 145
- Neto PTBR$ 24 mil · 171 votosR$ 141
- Evanda PTBR$ 26 mil · 219 votosR$ 120
- Luis Sobrinho PTR$ 15 mil · 144 votosR$ 105
- Luis Borges PTBR$ 20 mil · 197 votosR$ 103
- Josias PTBR$ 18 mil · 238 votosR$ 74,9
- Arlene MDBR$ 6,7 mil · 126 votosR$ 53,1
- Jairo MDBR$ 6,3 mil · 193 votosR$ 32,9
- Irmã Edisia PTBR$ 5,1 mil · 174 votosR$ 29,2
- Cicerino PTR$ 1,5 mil · 138 votosR$ 10,7
Votos por real
- 2008, vereadora: 19 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereadora: 13 votos por R$ 1.000, 69% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.