Arlen Barros
Arlen Silva de Barros · nasceu em 1973
Arlen Barros se candidatou em 6 eleições, de 2004 a 2024, e foi eleito em 3.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008 e 2012.
Passou por 4 partidos: DC (2004–2012), PSB (2016), MDB (2020), PDT (2024).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2024, suplente.
Declarou ao TSE em 2024: 51 anos, até o fundamental, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2024
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2024, Arlen Barros declarou R$ 283,9 mil em bens, em reais de hoje: 8,9 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Goiás. Entre 2008 e 2024, o total subiu R$ 122,1 mil acima da inflação.
Declarou 8,9 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Goiás em 2024.
- Arlen BarrosR$ 283,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 32 mil
- Mediana dos eleitosR$ 120,9 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Os 6 itens declarados em 2024, do maior ao menor
- CaminhãoR$ 132,6 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- CaminhaoR$ 55,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- 02 Un dragas para retirada de areiaR$ 55,2 milBens da atividade autônoma
- TerrenoR$ 22,1 milTerreno
- Carro palioR$ 13,3 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Moto brosR$ 5.523Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 6 campanhas com contas prestadas, Arlen Barros declarou ao TSE R$ 39 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 15 mil.
Campanha a campanha
2024 · Vereador · Rio Quente (GO) · PDT · suplente
De onde veio
- PessoasR$ 3.58387,3%
- Outros candidatosR$ 52212,7%
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Rio Quente (GO), 2024
Arlen Barros: R$ 19,8 por voto (mediana da disputa, R$ 9,44). Quem venceu, Mucio Mendes, gastou R$ 2,92 por voto. O voto mais caro custou R$ 32,8; o mais barato, R$ 2,92.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Arlen Barros. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Tonico Alvarenga UNIÃOR$ 558 · 17 votosR$ 32,8
- Cleyton Corretor PDTR$ 2,8 mil · 86 votosR$ 32,6
- Arlen Barros PDTR$ 2,5 mil · 126 votosR$ 19,8
- Professora Marlucia UNIÃOR$ 1,7 mil · 143 votosR$ 11,7
- Marcio Pazelli UNIÃOR$ 2,5 mil · 233 votosR$ 10,6
- Lucielly Rosa PDTR$ 2,6 mil · 250 votosR$ 10,2
- Leide Lima UNIÃOR$ 1,6 mil · 168 votosR$ 9,44
- Elita Mendonça SOLIDARIEDADER$ 1,1 mil · 116 votosR$ 9,27
- Wellinton Ditim UNIÃOR$ 1,4 mil · 188 votosR$ 7,48
- Avenir Gonzaga PDTR$ 1,3 mil · 226 votosR$ 5,75
- Joaquim Prado SOLIDARIEDADER$ 837 · 278 votosR$ 3,01
- Mucio Mendes PDTR$ 1 mil · 346 votosR$ 2,92
Votos por real
- 2024, vereador: 51 votos por R$ 1.000, 47% da mediana da disputa.
- 2020, vereador: 57 votos por R$ 1.000, 1,3 vez a mediana da disputa.
- 2016, vereador: 14 votos por R$ 1.000, 62% da mediana da disputa.
- 2012, vereador: 8,7 votos por R$ 1.000, 36% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.