Ari de Almerindo
Arivaldo de Souza Pereira · nasceu em 1972
Ari de Almerindo se candidatou em 5 eleições, de 2002 a 2020, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2004.
Passou por 4 partidos: PST (2002), DEM (2004–2008), PDT (2016), PT (2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 48 anos, ensino médio, produtor agropecuário, cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2016, branca em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2008
- 2004
- 2002Deputado estadual · BahiaPST 18741· centro-direitasuplente12.080 votos; 121º mais votado de 493 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Ari de Almerindo teve 12.080 votos para deputado estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 121º lugar entre 493 candidatos.
Recebeu votos em 75 cidades. Cansanção deu 49,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 97,4%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Ari de Almerindo declarou R$ 1,6 mi em bens, em reais de hoje: 3,5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Bahia. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 2,5 mi, já descontada a inflação.
Declarou 3,5 vezes a mediana dos candidatos a prefeito na Bahia em 2020.
- Ari de AlmerindoR$ 1,6 mi
- Mediana dos candidatosR$ 459,7 mil
- Mediana dos eleitosR$ 646,4 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Os 8 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- 30 Lotes na avenida contornoR$ 430,9 milOutros bens imóveis
- Uma fazenda com 200 tarefasR$ 430,9 milOutros bens imóveis rural
- Casa residencial na rua juraci magalhães 135AR$ 215,5 milCasa
- 700 Tarefas em bendegoR$ 143,6 milTerra nua
- 50 BovinosR$ 143,6 milRebanho e animais
- Uma terreno na rua rita de jesus cansanção BAR$ 100,6 milTerreno
- 300 CaprinosR$ 86,2 milRebanho e animais
- 10 EguinisR$ 43,1 milOutros bens móveis
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Ari de Almerindo declarou ao TSE R$ 283 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para prefeito: R$ 176 mil.
Campanha a campanha
2020 · Prefeito · Cansanção (BA) · PT · não eleito
De onde veio
Para onde foi
- Pessoal5 pessoas, não nomeadasR$ 11,3 mil15,5%
- EscritórioR$ 1230,2%
Quanto custou cada voto: prefeito, Cansanção (BA), 2020
Ari De Almerindo: R$ 7,29 por voto (mediana da disputa, R$ 11,7). Quem venceu, Vilma Gomes, gastou R$ 11,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 408; o mais barato, R$ 7,29.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Ari De Almerindo. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Bruno Jiquiri MDBR$ 21 mil · 52 votosR$ 408
- Josué REPUBLICANOSR$ 1,4 mil · 76 votosR$ 18,6
- Vilma Gomes DEMR$ 142 mil · 12.082 votosR$ 11,7
- Ari De Almerindo PTR$ 73 mil · 10.018 votosR$ 7,29
Votos por real
- 2020, prefeito: 167 votos por R$ 1.000, 2,4 vezes a mediana da disputa.
- 2016, prefeito: 1.159 votos por R$ 1.000, 13 vezes a mediana da disputa.
- 2008, prefeito: 368 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2004, prefeito: 55 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.