Argus Ranieri
nasceu em 1973
Argus Ranieri se candidatou em 6 eleições, de 2002 a 2020, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Passou por 3 partidos: PRP (2002), PV (2004–2008), MDB (2012–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 47 anos, superior completo, empresário, cor branca. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004Vice-prefeito · Guaratinguetá (SP)PV 14· centro-esquerdaNa chapa de Fernando Moreirachapa não eleita10.128 votos da chapa, 15,9%
- 2002Deputado estadual · São PauloPRP 44199· direita· na urna, Ranierisuplente7.880 votos; 413º mais votado de 1.424 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2002, Argus Ranieri teve 7.880 votos para deputado estadual, 0,0% dos votos válidos do estado: 413º lugar entre 1.424 candidatos.
Recebeu votos em 68 cidades. Guaratinguetá deu 82,9% deles; as 15 cidades que mais votaram, 97,5%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Argus Ranieri declarou R$ 1,4 mi em bens, em reais de hoje: 4,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2020, o total subiu R$ 893,4 mil acima da inflação.
Declarou 4,1 vezes a mediana dos candidatos a prefeito em São Paulo em 2020.
- Argus RanieriR$ 1,4 mi
- Mediana dos candidatosR$ 348,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 400,1 mil
Cada quadrado, R$ 50 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Argus Ranieri declarou ao TSE R$ 773 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2020, para prefeito: R$ 249 mil, 38% de dinheiro público.
Campanha a campanha
2020 · Prefeito · Guaratinguetá (SP) · MDB · não eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralTudo de Movimento Democratico Brasileiro-Sao Paulo-Sp-EstadualR$ 93,7 mil37,7%
- Pessoas12 pessoas, não nomeadasR$ 84,2 mil33,9%
- Próprio bolsoR$ 70,8 mil28,5%
Para onde foi
- PessoalR$ 11,2 mil4,5%
- OutrosR$ 4.3871,8%
Quanto custou cada voto: prefeito, Guaratinguetá (SP), 2020
Argus Ranieri: R$ 13,7 por voto (mediana da disputa, R$ 12,2). Quem venceu, Marcus Soliva, gastou R$ 11,3 por voto. O voto mais caro custou R$ 32,9; o mais barato, R$ 7,90.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Argus Ranieri. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Cezar Da Florestal PPR$ 15 mil · 450 votosR$ 32,9
- Argus Ranieri MDBR$ 249 mil · 18.115 votosR$ 13,7
- Dr João Carlos PTR$ 46 mil · 3.749 votosR$ 12,2
- Marcus Soliva PSCR$ 340 mil · 30.062 votosR$ 11,3
- Junior Filippo PSDR$ 77 mil · 9.750 votosR$ 7,90
Votos por real
- 2020, prefeito: 73 votos por R$ 1.000, 89% da mediana da disputa.
- 2016, prefeito: 118 votos por R$ 1.000, 1,7 vez a mediana da disputa.
- 2012, prefeito: 74 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2008, vereador: 39 votos por R$ 1.000, 35% da mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.