Apuração
Senador · 2006 · PRP

Aquino Corrêa

Jose Aquino Batista Correa · nasceu em 1958

Aquino Corrêa disputou uma eleição, em 2006, para senador (Mato Grosso), pelo PRP: não eleito.

01

Direita, pelo partido

Pelo partidoPRP+0,47← esquerdacentrodireita →

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

SenadorPartidoPRP2006
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: senador, 2006, não eleito.

Declarou ao TSE em 2006: 47 anos, superior completo, servidor público estadual. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2006
    Senador · Mato Grosso
    PRP 444· direita
    não eleito2.907 votos, 0,2%

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2006, Aquino Corrêa declarou R$ 1,7 mi em bens, em reais de hoje: 2,6 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Mato Grosso.

R$ 1,7 mi
em bens declarados em 2006, em reais de setembro de 2026 (R$ 575.000 na declaração)

Declarou 2,6 vezes a mediana dos candidatos a senador em Mato Grosso em 2006.

  • Aquino CorrêaR$ 1,7 mi
  • Mediana dos candidatosR$ 668,9 mil

Cada quadrado, R$ 50 mil.

Cada quadrado é 1% de R$ 1,7 mi. Toque numa parte para abrir.
Os 6 itens declarados em 2006, do maior ao menor
  1. Casa residencialR$ 596,4 mil
    Imóveis
  2. Apartamento residencialR$ 477,2 mil
    Imóveis
  3. Prédio comercialR$ 238,6 mil
    Imóveis
  4. Terreno urbanoR$ 208,8 mil
    Imóveis
  5. Veículo marca ford focus ano/modelo 2003R$ 104,4 mil
    Veículos, barcos e aeronaves
  6. Veículo marca renault scènic ano/modelo 2002R$ 89,5 mil
    Veículos, barcos e aeronaves

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2006, Aquino Corrêa declarou ao TSE R$ 38 mil em receitas, em reais de hoje.

2006 · Senador · Mato Grosso · PRP · não eleito

De onde veio

R$ 37,7 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 1 pessoa doou. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 37,7 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 32,6 mil86,6%
  2. EmpresasTudo de Ecoplan Engenharia Ltda.R$ 2.9667,9%
  3. Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 2.0765,5%

Para onde foi

R$ 37,7 mil
O maior gasto foi com material impresso: 70% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 37,7 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. Rádio, TV e vídeo1 pessoas, não nomeadasR$ 5.93215,7%
  2. InternetTudo de Luciana Gondim Tavares Ribeiro & Cia. Ltda.R$ 2.3736,3%
  3. EscritórioR$ 9202,4%

Quanto custou cada voto: senador, Mato Grosso, 2006

Aquino Corrêa: R$ 13 por voto (mediana da disputa, R$ 8,27). Quem venceu, Jayme Campos, gastou R$ 4,02 por voto. O voto mais caro custou R$ 18,1; o mais barato, R$ 0,45.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Aquino Corrêa. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2006, senador: 77 votos por R$ 1.000, 64% da mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.