Antonio Stocker
nasceu em 1960
Antonio Stocker disputou uma eleição, em 2004, para prefeito (Braganey (PR)), pelo PT: não eleito.
Centro-esquerda, pelo partido
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2004, não eleito.
Declarou ao TSE em 2004: 44 anos, ensino médio, agricultor. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Antonio Stocker declarou ao TSE R$ 7,4 mil em receitas, em reais de hoje.
2004 · Prefeito · Braganey (PR) · PT · não eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 5.16769,4%
- Pessoas1 pessoas, não nomeadasR$ 2.28130,6%
Para onde foi
- EventosTudo de Christopher Produções S/C LtdaR$ 4.23556,9%
- TransporteR$ 1.46619,7%
- EscritórioR$ 851,1%
Quanto custou cada voto: prefeito, Braganey (PR), 2004
Antonio Stocker: R$ 11,5 por voto (mediana da disputa, R$ 22,7). Quem venceu, Doutor Rui, gastou R$ 44,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 44,7; o mais barato, R$ 11,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Antonio Stocker. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Doutor Rui PSDBR$ 75 mil · 1.672 votosR$ 44,7
- Jose CIDADANIAR$ 38 mil · 1.654 votosR$ 22,7
- Antonio Stocker PTR$ 7,4 mil · 645 votosR$ 11,5
Votos por real
- 2004, prefeito: 87 votos por R$ 1.000, 2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.