Antonio Serafim
Antonio Serafim de Carvalho · nasceu em 1943
Antonio Serafim se candidatou em 5 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 3.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004, 2008 e 2012.
Passou por 2 partidos: DEM (2004–2012), PSB (2016–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2020, suplente.
Declarou ao TSE em 2020: 77 anos, ensino médio, aposentado (exceto servidor público), cor branca. A cor declarada mudou: parda em 2016, branca em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Antonio Serafim declarou R$ 33,6 mil em bens, em reais de hoje: 3,1 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Piauí. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 148,7 mil, já descontada a inflação.
Declarou 3,1 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Piauí em 2020.
- Antonio SerafimR$ 33,6 mil
- Mediana dos candidatosR$ 10,8 mil
- Mediana dos eleitosR$ 57,5 mil
Cada quadrado, R$ 2.000.
Os 5 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Um veiculo D-20R$ 24,4 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Uma motocicleta xlrR$ 5.171Veículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Uma area de terrasR$ 3.988Terreno rural
- Saldo conta correnteR$ 27Outros créditos e poupança vinculada
- Saldo conta poupança ouro BBR$ 14Outros créditos e poupança vinculada
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 5 campanhas com contas prestadas, Antonio Serafim declarou ao TSE R$ 46 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para vereador: R$ 16 mil.
Campanha a campanha
2020 · Vereador · Santo Antônio de Lisboa (PI) · PSB · suplente
De onde veio
Para onde foi
- PessoalR$ 2.36337,1%
- ServiçosR$ 2.26435,5%
- Material impressoR$ 1.74127,3%
- EscritórioR$ 70,1%
Quanto custou cada voto: vereador, Santo Antônio de Lisboa (PI), 2020
Antonio Serafim: R$ 38,2 por voto (mediana da disputa, R$ 148). Quem venceu, Leonardo, gastou R$ 18,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 810; o mais barato, R$ 18,5.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Antonio Serafim. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Vanda PPR$ 15 mil · 18 votosR$ 810
- Iza Cipriano PPR$ 15 mil · 36 votosR$ 405
- Graciella Cipriano PPR$ 15 mil · 54 votosR$ 270
- Ancelmo Pereira PSBR$ 6,4 mil · 25 votosR$ 255
- Felipe PSBR$ 8,9 mil · 35 votosR$ 255
- Evanilza Bida PPR$ 15 mil · 60 votosR$ 243
- Erica Barros PSBR$ 6,4 mil · 43 votosR$ 148
- Antonio Serafim PSBR$ 6,4 mil · 167 votosR$ 38,2
- Neuzelia PSBR$ 6,8 mil · 181 votosR$ 37,8
- Dezim PSBR$ 6,4 mil · 315 votosR$ 20,4
- Silvanir Moura PSDR$ 5,3 mil · 287 votosR$ 18,6
- Leonardo PSDR$ 5,7 mil · 308 votosR$ 18,5
Votos por real
- 2020, vereador: 26 votos por R$ 1.000, 84% da mediana da disputa.
- 2016, vereador: 23 votos por R$ 1.000, 1,1 vez a mediana da disputa.
- 2012, vereador: 17 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2008, vereador: 29 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.