Antonio Lopes
Antonio Carlos Cavalcanti Lopes · nasceu em 1949
Antonio Lopes se candidatou em 4 eleições, de 2006 a 2020, e foi eleito em 1.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: prefeito, em 2012.
Passou por 2 partidos: PL (2006), PSDB (2012–2020).
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2020, não eleito.
Declarou ao TSE em 2020: 71 anos, superior completo, médico, cor parda. A cor declarada mudou: branca em 2016, parda em 2020. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2020
- 2016
- 2012
- 2006Deputado estadual · ParaíbaPL 22444· direita· na urna, Antônio Lopessuplente3.982 votos; 90º mais votado de 222 no estado
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
De onde vieram os votos
Em 2006, Antonio Lopes teve 3.982 votos para deputado estadual, 0,2% dos votos válidos do estado: 90º lugar entre 222 candidatos.
Recebeu votos em 74 cidades. Coremas deu 60,6% deles; as 15 cidades que mais votaram, 94,5%.
Clique numa cidade para abrir a página dela. Votos nominais, sem os de legenda. Fonte: TSE. Metodologia.
Os bens declarados ao TSE
Em 2020, Antonio Lopes declarou R$ 562,2 mil em bens, em reais de hoje: 2,4 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo na Paraíba. Entre 2006 e 2020, o total caiu R$ 207,1 mil, já descontada a inflação.
Declarou 2,4 vezes a mediana dos candidatos a prefeito na Paraíba em 2020.
- Antonio LopesR$ 562,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 231,3 mil
- Mediana dos eleitosR$ 288,1 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 6 itens declarados em 2020, do maior ao menor
- Apartamento no edificio jardim imperialR$ 244,2 milApartamento
- Um veículo chev/trailblazer ltzR$ 225,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Camioneta ranger xlsR$ 44,2 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Corsa hatch preto maxx 2007R$ 22,7 milVeículos terrestres (carro, moto, caminhão)
- Datas de terras n.. 01R$ 14,4 milTerra nua
- Datas de terras n.. 02R$ 11,5 milTerra nua
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 4 campanhas com contas prestadas, Antonio Lopes declarou ao TSE R$ 378 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2012, para prefeito: R$ 147 mil.
Campanha a campanha
2020 · Prefeito · Coremas (PB) · PSDB · não eleito
De onde veio
- Fundo eleitoralTudo de Partido Da Social Democracia BrasileiraR$ 77,8 mil97,3%
- Próprio bolsoR$ 2.1232,7%
- PessoasR$ 40< 0,1%
Para onde foi
- EscritórioR$ 590,1%
Quanto custou cada voto: prefeito, Coremas (PB), 2020
Antonio Lopes: R$ 18,3 por voto (mediana da disputa, R$ 18,3). Quem venceu, Chaguinha De Edilson, gastou R$ 39 por voto.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Antonio Lopes. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Chaguinha De Edilson PDTR$ 200 mil · 5.126 votosR$ 39
- Antonio Lopes PSDBR$ 78 mil · 4.256 votosR$ 18,3
Votos por real
- 2020, prefeito: 55 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
- 2016, prefeito: 31 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
- 2012, prefeito: 33 votos por R$ 1.000, 92% da mediana da disputa.
- 2006, deputado estadual: 671 votos por R$ 1.000, 5,5 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.