Apuração
Vice-prefeito · 2020 · PT

Antonio Landim

Antonio Gonçalves Landim · nasceu em 1961

Antonio Landim se candidatou em 3 eleições, de 2004 a 2020, e foi eleito em 1.

01

Centro-esquerda, pelo partido

Pelo partidoPT−0,24← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PT2008PSC2020PT← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.

Passou por 2 partidos: PT (2004), PSC (2008), PT (2020).

Vice-prefeitoVereadorPartidoPTPSCPT’04’06’08’10’12’14’16’18’20
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2020, chapa eleita.

Declarou ao TSE em 2020: 59 anos, ensino médio, agricultor, cor parda. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2020
    Vice-prefeito · Aurora (CE)
    PT 55· esquerda
    Na chapa de Marcone Tavares
    chapa eleita8.400 votos da chapa, 52,7%
  2. 2008
    Vice-prefeito · Aurora (CE)
    PSC 45· direita
    Na chapa de Adailton Macedo
    chapa eleita8.293 votos da chapa, 52,8%
  3. 2004
    Vereador · Aurora (CE)
    PT 13333· centro-esquerda
    eleito1.125 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2020, Antonio Landim declarou R$ 80,2 mil em bens, em reais de hoje. Entre 2008 e 2020, o total caiu R$ 54,7 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 5.000.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.
R$ 80,2 mil
em bens declarados em 2020, em reais de setembro de 2026 (R$ 55.800 na declaração)
Cada quadrado é 1% de R$ 80,2 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Na campanha de 2004, Antonio Landim declarou ao TSE R$ 19 mil em receitas, em reais de hoje.

2004 · Vereador · Aurora (CE) · PT · eleito

De onde veio

R$ 19 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 4 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 19 mil.
  1. Pessoas4 pessoas, não nomeadasR$ 10,4 mil54,8%
  2. Próprio bolsoR$ 8.58845,2%

Para onde foi

R$ 19 mil
O maior gasto foi com transporte: 62% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 19 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. TransporteTudo de Sebastião Tavares Da CruzR$ 11,8 mil62,1%

Quanto custou cada voto: vereador, Aurora (CE), 2004

Antonio Landim: R$ 16,9 por voto (mediana da disputa, R$ 18,9). Quem venceu, Adailton, gastou R$ 14,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 42; o mais barato, R$ 14,9.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Antonio Landim. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela

Votos por real

  • 2004, vereador: 59 votos por R$ 1.000, na mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.