Antonio Cegelski
nasceu em 1972
Antonio Cegelski se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em nenhuma.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo PDT.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vice-prefeito, 2008, chapa não eleita.
Declarou ao TSE em 2008: 36 anos, até o fundamental, empresário. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008Vice-prefeito · Lindolfo Collor (RS)PDT 13· centro-esquerdaNa chapa de Pedro Batistachapa não eleita1.383 votos da chapa, 37,3%
- 2004Vereador · Lindolfo Collor (RS)PDT 12123· centro-esquerda· na urna, Antônio Cegelskisuplente129 votos
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Antonio Cegelski declarou R$ 433,5 mil em bens, em reais de hoje.
Os 4 itens declarados em 2008, do maior ao menor
- 1 Terreno c/ casaR$ 269,6 milImóveis
- 1 Carro fiat palio 2006R$ 83 milVeículos, barcos e aeronaves
- 1 Terreno s/ casaR$ 67,4 milImóveis
- Cotas de capital de ciaR$ 13,5 milEmpresas e participações
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2004, Antonio Cegelski declarou ao TSE R$ 798 em receitas, em reais de hoje.
2004 · Vereador · Lindolfo Collor (RS) · PDT · suplente
De onde veio
Para onde foi
Quanto custou cada voto: vereador, Lindolfo Collor (RS), 2004
Antônio Cegelski: R$ 6,19 por voto (mediana da disputa, R$ 4,53). Quem venceu, Ademir Vieira, gastou R$ 2,25 por voto. O voto mais caro custou R$ 26,3; o mais barato, R$ 2,25.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Antônio Cegelski. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Hulda Behne PPR$ 6,3 mil · 238 votosR$ 26,3
- Tere MDBR$ 652 · 76 votosR$ 8,57
- Giovani Heinle MDBR$ 652 · 83 votosR$ 7,85
- Antônio Cegelski PDTR$ 798 · 129 votosR$ 6,19
- Lena PDTR$ 652 · 111 votosR$ 5,87
- Beto PDTR$ 808 · 155 votosR$ 5,21
- Marcos Schumann MDBR$ 652 · 144 votosR$ 4,53
- Sueli Borth MDBR$ 1 mil · 241 votosR$ 4,26
- Boludo PSDBR$ 652 · 154 votosR$ 4,23
- Valderi Klein PSDBR$ 652 · 170 votosR$ 3,83
- Romualdo MDBR$ 652 · 201 votosR$ 3,24
- Ademir Vieira MDBR$ 652 · 289 votosR$ 2,25
Votos por real
- 2004, vereador: 129 votos por R$ 1.000, 1,2 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.