Antonio Carlos
nasceu em 1951
Antonio Carlos se candidatou em 2 eleições, de 2012 a 2016, e foi eleito em nenhuma.
Centro-direita, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.
Declarou ao TSE em 2016: 65 anos, até o fundamental, aposentado (exceto servidor público), cor parda. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2016
- 2012Vice-prefeito · Ingaí (MG)MDB 15· centro-direita· na urna, CarlosNa chapa de Renatochapa não eleita976 votos da chapa, 39,0%
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2016, Antonio Carlos declarou R$ 146,2 mil em bens, em reais de hoje: 5 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em Minas Gerais. Entre 2012 e 2016, o total subiu R$ 14,7 mil acima da inflação.
Declarou 5 vezes a mediana dos candidatos a vereador em Minas Gerais em 2016.
- Antonio CarlosR$ 146,2 mil
- Mediana dos candidatosR$ 29,2 mil
- Mediana dos eleitosR$ 122,5 mil
Cada quadrado, R$ 5.000.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2016, Antonio Carlos declarou ao TSE R$ 583 em receitas, em reais de hoje.
2016 · Vereador · Ingaí (MG) · MDB · suplente
De onde veio
Para onde foi
- ServiçosR$ 35661,1%
- Material impressoR$ 22738,9%
Quanto custou cada voto: vereador, Ingaí (MG), 2016
Antonio Carlos: R$ 10,8 por voto (mediana da disputa, R$ 19,2). Quem venceu, Ranquinho, gastou R$ 6,27 por voto. O voto mais caro custou R$ 88,1; o mais barato, R$ 6,27.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Antonio Carlos. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Celminha Do Chico Artur PLR$ 4,1 mil · 46 votosR$ 88,1
- Geni MDBR$ 583 · 8 votosR$ 72,9
- Joao Luis PLR$ 4,6 mil · 101 votosR$ 45,2
- Sued PSDR$ 2,6 mil · 102 votosR$ 25,9
- Jose Carlos Do Passinho MDBR$ 583 · 23 votosR$ 25,3
- Claudia MDBR$ 583 · 23 votosR$ 25,3
- Gervanio PLR$ 2,3 mil · 118 votosR$ 19,2
- Roberto Carlos MDBR$ 583 · 38 votosR$ 15,3
- Joao Pires MDBR$ 583 · 50 votosR$ 11,7
- Antonio Carlos MDBR$ 583 · 54 votosR$ 10,8
- Pedro Da Cruz MDBR$ 583 · 55 votosR$ 10,6
- Ranquinho MDBR$ 583 · 93 votosR$ 6,27
Votos por real
- 2016, vereador: 54 votos por R$ 1.000, 1,9 vez a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.