Antonio Carlos
Antonio Carlos Mendes da Silva · nasceu em 1953
Antonio Carlos se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em 1.
Centro-esquerda, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.
Sempre pelo PSB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, suplente.
Declarou ao TSE em 2008: 55 anos, até o fundamental, motorista de veículos de transporte coletivo de passageiros. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Antonio Carlos declarou R$ 355,9 mil em bens, em reais de hoje: 7,3 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo.
Declarou 7,3 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2008.
- Antonio CarlosR$ 355,9 mil
- Mediana dos candidatosR$ 48,5 mil
- Mediana dos eleitosR$ 124,6 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Antonio Carlos declarou ao TSE R$ 726 em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 530.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Jambeiro (SP) · PSB · suplente
De onde veio
Para onde foi
- TransporteR$ 42379,8%
- EscritórioR$ 10720,2%
Quanto custou cada voto: vereador, Jambeiro (SP), 2008
Mediana da disputa: R$ 56,4 por voto. Quem venceu, Tulio Vilhena, gastou R$ 14,1 por voto. O voto mais caro custou R$ 200; o mais barato, R$ 14,1.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações. Fora do gráfico: 1 sem votos registrados.
Ver em tabela
- Juca Hilário MDBR$ 4,4 mil · 22 votosR$ 200
- Mirian PSDBR$ 4,1 mil · 21 votosR$ 195
- José Benedito PVR$ 3,7 mil · 21 votosR$ 175
- Zé Fortunato PDTR$ 5 mil · 42 votosR$ 119
- Fabio Mira PTR$ 4,9 mil · 52 votosR$ 94,7
- Geraldo Mira PSDBR$ 5,2 mil · 93 votosR$ 56,4
- Professora Dulce PTR$ 6,6 mil · 134 votosR$ 49
- Sérgio Preá PSDBR$ 7,7 mil · 182 votosR$ 42,4
- Torneirinho PSDBR$ 5,5 mil · 191 votosR$ 28,7
- Joel Pereira PLR$ 2,1 mil · 85 votosR$ 24,3
- Tulio Vilhena CIDADANIAR$ 2,1 mil · 150 votosR$ 14,1
Votos por real
- 2008, vereador: 55 votos por R$ 1.000, 1,5 vez a mediana da disputa.
- 2004, vereador: 129 votos por R$ 1.000, 3,9 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.