Apuração
Vereador · 2016 · PRP

Geraldo Mira

Geraldo Rodrigues de Mira · nasceu em 1939

Geraldo Mira se candidatou em 4 eleições, de 2004 a 2016, e foi eleito em 1. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPRP+0,31← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004CIDADANIA2008PSDB2012PSDB2016PRP← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004.

Passou por 3 partidos: CIDADANIA (2004), PSDB (2008–2012), PRP (2016).

VereadorPartidoCIDADANIAPSDBPRP2004200620082010201220142016
eleitosuplente ou vicenão eleitonão chegou à urna
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2016, suplente.

Declarou ao TSE em 2016: 76 anos, ensino médio, cor branca. O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2016
    Vereador · Jambeiro (SP)
    PRP 44111· direita
    suplente76 votos
  2. 2012
    Vereador · Jambeiro (SP)
    PSDB 45777· centro-direita
    candidatura não chegou à urna
  3. 2008
    Vereador · Jambeiro (SP)
    PSDB 45000· centro-direita
    suplente93 votos
  4. 2004
    Vereador · Jambeiro (SP)
    CIDADANIA 23101· centro
    eleito115 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Os bens declarados ao TSE

Em 2016, Geraldo Mira declarou R$ 113,7 mil em bens, em reais de hoje: 4,8 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo em São Paulo. Entre 2008 e 2016, o total caiu R$ 115,5 mil, já descontada a inflação.

Cada quadrado, R$ 10 mil.
Toque numa eleição para abrir os bens dela.mediana de quem disputou o mesmo cargo no estado
R$ 113,7 mil
em bens declarados em 2016, em reais de setembro de 2026 (R$ 70.000 na declaração)

Declarou 4,8 vezes a mediana dos candidatos a vereador em São Paulo em 2016.

  • Geraldo MiraR$ 113,7 mil
  • Mediana dos candidatosR$ 23,6 mil
  • Mediana dos eleitosR$ 137,8 mil

Cada quadrado, R$ 5.000.

Cada quadrado é 1% de R$ 113,7 mil. Toque numa parte para abrir.

Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.

04

Dinheiro de campanha

Em 3 campanhas com contas prestadas, Geraldo Mira declarou ao TSE R$ 6,3 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 5,2 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 200.
dinheiro públicodemais fontespúblico e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2016 · Vereador · Jambeiro (SP) · PRP · suplente

De onde veio

R$ 614
0% veio de fundos públicos. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 614.
  1. Outros candidatosR$ 37260,7%
  2. Próprio bolsoR$ 24139,3%

Para onde foi

R$ 614
O maior gasto foi com material impresso: 49% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 614.
  1. Material impressoR$ 30349,3%
  2. ServiçosR$ 29147,5%
  3. EscritórioR$ 193,2%

Quanto custou cada voto: vereador, Jambeiro (SP), 2016

Mediana da disputa: R$ 38,9 por voto. Quem venceu, Leandro, gastou R$ 19,5 por voto. O voto mais caro custou R$ 614; o mais barato, R$ 13,1.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Toninho Lima PVR$ 3,1 mil · 5 votosR$ 614
  • Carol Santos PVR$ 3,9 mil · 56 votosR$ 68,8
  • Vandinho DEMR$ 1,9 mil · 28 votosR$ 67,1
  • Fabio Mira MDBR$ 7,3 mil · 159 votosR$ 46
  • Brener PPR$ 1,7 mil · 39 votosR$ 43,4
  • Dulce PTR$ 1,9 mil · 44 votosR$ 42,7
  • Carlinhos PSDBR$ 1,4 mil · 37 votosR$ 38,9
  • Rato DEMR$ 1,6 mil · 57 votosR$ 27,6
  • Henrique PRPR$ 5,9 mil · 271 votosR$ 21,7
  • Leandro SOLIDARIEDADER$ 4 mil · 205 votosR$ 19,5
  • Joel Pereira PVR$ 3,4 mil · 179 votosR$ 19,2
  • Sergio Preá PSDBR$ 1,9 mil · 148 votosR$ 13,1

Votos por real

  • 2016, vereador: 76 votos por R$ 1.000, 2,9 vezes a mediana da disputa.
  • 2008, vereador: 18 votos por R$ 1.000, 49% da mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 115 votos por R$ 1.000, 3,4 vezes a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.