Antonio Carlos
Antonio Carlos Gonçalves · nasceu em 1964
Antonio Carlos se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em todas.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2004 e 2008.
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, eleito.
Declarou ao TSE em 2008: 43 anos, superior completo, agrônomo. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Antonio Carlos declarou R$ 505,5 mil em bens, em reais de hoje: 12 vezes a mediana de quem disputou o mesmo cargo no Piauí.
Declarou 12 vezes a mediana dos candidatos a vereador no Piauí em 2008.
- Antonio CarlosR$ 505,5 mil
- Mediana dos candidatosR$ 40,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 70,1 mil
Cada quadrado, R$ 20 mil.
Os 8 itens declarados em 2008, do maior ao menor
- Uma casa localizado na av. presidente kennedyR$ 404,5 milDinheiro e aplicações
- Um lote de terreno na zona urbana no lugar denominado…R$ 27 milImóveis
- Um lote de terreno localizado no loteamento baixa friaR$ 17,8 milBens rurais e animais
- Um imovel comercial localizado na rua adelmar rochaR$ 16,7 milImóveis
- Um lote de terreno localizado no loteamento baixa friaR$ 16,7 milBens rurais e animais
- 4.900 ( Quatro mil e novecentos ), quotas de capital da…R$ 13,2 milEmpresas e participações
- Ouro cap banco do brasilR$ 9.645Dinheiro e aplicações
- Poupança ouro do banco do brasil no valor deR$ 16Dinheiro e aplicações
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Em 2 campanhas com contas prestadas, Antonio Carlos declarou ao TSE R$ 22 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2008, para vereador: R$ 14 mil.
Campanha a campanha
2008 · Vereador · Inhuma (PI) · MDB · eleito
De onde veio
- Próprio bolsoR$ 13,1 mil94,4%
- PartidoR$ 5353,9%
- EmpresasR$ 2461,8%
Para onde foi
- TransporteTudo de Sousa Bezerra LtdaR$ 6.12344%
Quanto custou cada voto: vereador, Inhuma (PI), 2008
Antonio Carlos: R$ 26,2 por voto (mediana da disputa, R$ 26,2). Quem venceu, Rosimar, gastou R$ 14,7 por voto. O voto mais caro custou R$ 142; o mais barato, R$ 14,7.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Antonio Carlos. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Luis De João Velho PC do BR$ 11 mil · 80 votosR$ 142
- Elpídio DEMR$ 11 mil · 146 votosR$ 77,6
- Ivaneide AGIRR$ 9,6 mil · 133 votosR$ 72,3
- Tetê PTBR$ 23 mil · 409 votosR$ 56,2
- Marcos Antonio MDBR$ 23 mil · 684 votosR$ 34
- Odilon Cardoso DEMR$ 13 mil · 480 votosR$ 28
- Antonio Carlos MDBR$ 14 mil · 531 votosR$ 26,2
- Dr. Evaldo PTBR$ 16 mil · 617 votosR$ 25,7
- Aparecida DEMR$ 9,4 mil · 429 votosR$ 22
- Deuzim Aguiar PTBR$ 7,7 mil · 412 votosR$ 18,8
- Vilani DEMR$ 12 mil · 663 votosR$ 18,6
- Rosimar DEMR$ 7,9 mil · 539 votosR$ 14,7
Votos por real
- 2008, vereador: 38 votos por R$ 1.000, 84% da mediana da disputa.
- 2004, vereador: 66 votos por R$ 1.000, 2 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.