Antonio Carlos
Antonio Carlos Vilarinho Barbosa · nasceu em 1957
Antonio Carlos se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em nenhuma. Em uma delas, a candidatura não chegou à urna.
Centro, pelo partido
Pelo partido em cada eleição
Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.
Cargo por cargo, partido por partido
Sempre pelo MDB.
Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: prefeito, 2008, não eleito.
Declarou ao TSE em 2008: 50 anos, superior completo, advogado. O que isso quer dizer
Eleição a eleição: votos, partido e resultado
- 2008
- 2004
Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.
Os bens declarados ao TSE
Em 2008, Antonio Carlos declarou R$ 215,7 mil em bens, em reais de hoje.
Declarou perto da mediana dos candidatos a prefeito no Piauí em 2008.
- Antonio CarlosR$ 215,7 mil
- Mediana dos candidatosR$ 311,4 mil
- Mediana dos eleitosR$ 364 mil
Cada quadrado, R$ 10 mil.
Valores informados pelo candidato no registro da candidatura, em geral o custo de compra, como na declaração do imposto de renda, e não o valor de mercado; dívidas não entram. Corrigidos pelo IPCA de agosto de cada ano de eleição até setembro de 2026. Em 2006 e 2008 o TSE não publicou o tipo de cada bem; a família vem da descrição. Fonte: TSE. Como corrigimos e agrupamos.
Dinheiro de campanha
Na campanha de 2008, Antonio Carlos declarou ao TSE R$ 8,7 mil em receitas, em reais de hoje.
2008 · Prefeito · Cocal (PI) · MDB · não eleito
De onde veio
- Pessoas3 pessoas, não nomeadasR$ 8.56898,5%
- Próprio bolsoR$ 1341,5%
Para onde foi
- EscritórioR$ 4024,6%
Quanto custou cada voto: prefeito, Cocal (PI), 2008
Antonio Carlos: R$ 3,13 por voto (mediana da disputa, R$ 4,91). Quem venceu, Fernandim, gastou R$ 36,9 por voto. O voto mais caro custou R$ 60,3; o mais barato, R$ 3,13.
Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Antonio Carlos. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.
Ver em tabela
- Gilson Da Serraria PTBR$ 72 mil · 1.191 votosR$ 60,3
- Fernandim DEMR$ 214 mil · 5.812 votosR$ 36,9
- Rubens Vieira PSDBR$ 22 mil · 4.402 votosR$ 4,91
- Antonio Carlos MDBR$ 8,7 mil · 2.778 votosR$ 3,13
Votos por real
- 2008, prefeito: 319 votos por R$ 1.000, 2,8 vezes a mediana da disputa.
Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.
Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.