Apuração
Vereador · 2008 · PSDB

Antonio Borges

Antonio Alves dos Reis Borges · nasceu em 1949

Antonio Borges se candidatou em 2 eleições, de 2004 a 2008, e foi eleito em 1.

01

Centro-direita, pelo partido

Pelo partidoPSDB+0,20← esquerdacentrodireita →
Pelo partido em cada eleição
2004PSDB2008PSDB← esquerda −10+1 direita →
Cada linha é uma eleição: vinte quadrados de −1 a +1, cheios onde cabe a faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. A posição de cada partido vem de pesquisas com cientistas políticos (2010, 2018 e 2022); candidaturas antigas pesam menos (meia-vida de 8 anos), e a faixa inclui o quanto um político costuma se afastar do próprio partido. Como calculamos.

Cada linha: vinte quadrados de −1 a +1, cheios na faixa de 90%; o traço é a melhor estimativa. Como medimos.

02

Cargo por cargo, partido por partido

O cargo mais alto que conquistou: vereador, em 2008.

Sempre pelo PSDB.

VereadorPartidoPSDB200420062008
eleitosuplente ou vicenão eleito
EsquerdaCentro-esquerdaCentroCentro-direitaDireita

Uma linha por cargo, uma coluna por eleição. A cor é o lugar do partido na eleição, da esquerda à direita: como classificamos os partidos. Passe o mouse ou toque num quadrado para ver a candidatura. Última: vereador, 2008, eleito.

Declarou ao TSE em 2008: 59 anos, ensino médio, aposentado (exceto servidor público). O que isso quer dizer

Eleição a eleição: votos, partido e resultado
  1. 2008
    Vereador · Catu (BA)
    PSDB 45610· centro-direita
    eleito736 votos
  2. 2004
    Vereador · Catu (BA)
    PSDB 45610· centro-direita· na urna, Antônio Borges
    suplente707 votos

Quadrados: a parte dos votos válidos, um para cada 5% (no 2º turno, quando houve). Votos para presidente sem os do exterior. Partidos que mudaram de nome aparecem com o nome atual. Fonte: TSE.

03

Dinheiro de campanha

Em 2 campanhas com contas prestadas, Antonio Borges declarou ao TSE R$ 26 mil em receitas, somadas em reais de hoje. A maior foi a de 2004, para vereador: R$ 13 mil.

Campanha a campanha

Cada quadrado, R$ 500.
público e privado sem separaçãoToque numa campanha para abrir as contas dela.

2008 · Vereador · Catu (BA) · PSDB · eleito

De onde veio

R$ 13 mil
Antes de 2018, o dinheiro público não aparece separado; 2 pessoas doaram. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 13 mil.
  1. Próprio bolsoR$ 8.03561,7%
  2. Pessoas2 pessoas, não nomeadasR$ 4.81937%
  3. Outros candidatosR$ 1611,2%

Para onde foi

R$ 13 mil
O maior gasto foi com transporte: 47% do total. Em reais de hoje.
Cada quadrado é 1% de R$ 13 mil. Toque numa parte para abrir.
  1. TransporteTudo de Gomes Derivados De Petróleo LtdaR$ 6.17447,4%
  2. Material impressoTudo de Edson Alves De Matos E Cia LtdaR$ 1.74013,4%
  3. EscritórioR$ 1200,9%

Quanto custou cada voto: vereador, Catu (BA), 2008

Antonio Borges: R$ 17,7 por voto (mediana da disputa, R$ 28,2). Quem venceu, Nego Bé, gastou R$ 7,33 por voto. O voto mais caro custou R$ 118; o mais barato, R$ 7,33.

Escala logarítmica: cada marca vale dez vezes a anterior. Gasto em reais de hoje dividido pelos votos do 1º turno. Contorno escuro: quem venceu; contorno claro: Antonio Borges. É uma razão, não o efeito do dinheiro: quem já tende a ganhar também atrai mais doações.

Ver em tabela
  • Bartola PPR$ 15 mil · 130 votosR$ 118
  • Paulo Cesar Do Sindicato PTR$ 42 mil · 500 votosR$ 83,3
  • Rubinho PODER$ 12 mil · 164 votosR$ 72,5
  • Gilson PLR$ 18 mil · 398 votosR$ 44,5
  • Professor Seles PTR$ 20 mil · 594 votosR$ 34,4
  • Nêgo PSBR$ 24 mil · 767 votosR$ 31,2
  • Cal PSLR$ 13 mil · 455 votosR$ 28,2
  • Genesio DEMR$ 12 mil · 461 votosR$ 26,8
  • Prof Adilson PTR$ 13 mil · 542 votosR$ 24,7
  • Niraldo PPR$ 19 mil · 998 votosR$ 19,4
  • Antonio Borges PSDBR$ 13 mil · 736 votosR$ 17,7
  • Nego Bé PODER$ 12 mil · 1.691 votosR$ 7,33

Votos por real

  • 2008, vereador: 57 votos por R$ 1.000, 1,4 vez a mediana da disputa.
  • 2004, vereador: 54 votos por R$ 1.000, 1,6 vez a mediana da disputa.
Como isso se compara com todas as candidaturas

Fonte: prestação de contas ao TSE, valores corrigidos pelo IPCA. O dinheiro de todas as eleições do país. Como lemos as contas.

Juntamos as candidaturas de cada pessoa pelo título de eleitor e pelo CPF que o TSE publica (nenhum dos dois aparece aqui) e, na falta deles, pelo nome completo com a data de nascimento.